RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO
A maioria do Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso foram contrários à proposta de eleição direta para Presidência e Vice-Presidência do Poder Judiciário mato-grossense. A votação foi suspensa depois do pedido de vista do desembargador Juvenal Pereira da Silva.
A matéria foi votada na sessão extraordinária desta quinta-feira (27) e 20 desembargadores foram contrários a ideia.
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Votaram contra a proposta Orlando Perri, Paulo da Cunha, Márcio Vidal, Rui Ramos, Luiz Ferreira da Silva, Clarice Claudino, Maria Erotides, Marcos Machado, Dirceu dos Santos, João Ferreira Filho, Pedro Sakamoto, Marilsen Addario, Rondon Bassil Dower Filho, Maria Aparecida Ribeiro, José Zuquim Nogueira, Serly Marcondes Alves, Sebastião Barbosa Farias, Gilberto Giraldelli, Nilza Carvalho e Antonia S. Gonçalves.
Foram favoráveis os desembargadores Sebastião Moraes, Rubens de Oliveira, Guiomar Teodoro Borges, Maria Helena, Luiz Carlos da Costa, Helena Ramos e Mario Kono.
O presidente do TJ, Carlos Alberto da Rocha não votou na matéria. Alguns magistrados que foram contrários à proposta disseram que é necessário mais tempo para discutir a ideia.
O projeto foi apresentado pelo desembargador Sebastião de Moraes Filho. O objetivo é permitir a participação dos juízes e juízes substitutos no processo de escolha de presidente e vice-presidente do Poder Judiciário. Atualmente, somente os 30 desembargadores que compõem o Pleno participam do processo.
Durante a sessão, o pedido de vista do desembargador Juvenal gerou discussões entre os magistrados.
O desembargador Orlando Perri pediu que a medida fosse analisada pelos colegas. Ele entende que houve tempo hábil para os desembargadores analisarem a matéria, no entanto, a maioria do Pleno discordou da manifestação e foram favoráveis ao pedido de vista.
A eleição interna no TJMT para o próximo biênio 2021/2023 deve ser realizada em outubro.














