RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO
O ex-governador Júlio Campos afirmou, na tarde desta segunda-feira (17), que o presidente do diretório estadual do DEM, Fábio Garcia, é o nome preferido para disputar o comando do Palácio Alencastro. Caso não queira encarar as urnas, ele defende que o partido busque um nome mais competitivo ou componha o arco de alianças de outros postulantes ao cargo.
“Se ele [Fábio Garcia] quiser a candidatura tem o consenso e apoio integral, mas se por razões particulares, pessoais, não puder assumir a missão teremos que ter um novo nome. Se não tiver um novo nome competitivo, por que não apoiar um desses outros possíveis postulantes?”, questinou Júlio durante reunião do PSDB que anunciou aliança com parte do DEM e PL para pré-candidatura de Nilson Leitão ao Senado.
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O democrata revelou que no partido existe um grupo que tem simpatia pela possível candidatura do apresentador e ex-prefeito da Capital, Roberto França (Patriota), e da ex-superintendente do Procon, Gisela Simona (PROS). Além disso, existe uma ala que apoia a construção de aliança de uma possível candidatura à reeleição do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).
“A posição nossa é ter um candidato próprio na eleição, que vai ser uma eleição enigmática, mas se o DEM não tiver um candidato potencialmente, nós temos que ver outras coligações e não podemos descartar o nome do atual prefeito embora ele nunca tenha procurado o DEM para uma composição nesse sentido”, ressaltou.
Além de Fábio Garcia, o vereador Marcelo Bussiki seria uma opção do partido para disputar a eleição. O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, também já admitiu a possibilidade de disputar a Prefeitura de Cuiabá desde que o atual prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro, não seja candidato à reeleição.













