MARCIO CAMILO
DA REDAÇÃO
O senador Jayme Campos (DEM) criticou os protestos e a greve dos servidores da Educação do Estado, que já dura dois meses. O parlamentar, que já foi goverandor do Estado, considera que há excesso por parte de alguns manifestantes, durante os atos em que pressionam o governador Mauro Mendes (DEM) a conceder o reajuste de 7,69%.
Jayme citou um exemplo de um protesto que ocorreu em Chapada dos Guimarães, no último dia 19, quando Mauro visitou a cidade e foi chamado de ladrão: “Em Chapada, um cidadão, isoladamente, o chamou de ladrão e isso não é saudável. Você agredir a pessoa de forma pessoal você fere a alma do cidadão”, destacou o senador.
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Disse que o governador tem disposição para negociar para pôr fim à greve, mas, que por outro lado, os servidores também precisam entender a dura realidade financeira do Estado.
“Em Chapada, um cidadão, isoladamente, o chamou de ladrão e isso não é saudável. Você agredir a pessoa de forma pessoal você fere a alma do cidadão”, destacou o senador.
“Que há uma boa vontade do governador, há. Mas o Estado não tem recursos. E além disso, tem que conseguir dinheiro para o custeio da máquina e uma grande dificuldade de colocar os salários de todos os servidores em dia. Nenhum gestor gostaria de passar por uma situação dessas”, defendeu Jayme.
Os professores e demais servidores da Educação têm feito uma série de protestos nos últimos dias para chamar a atenção para a reivindicação da categoria.
"Tem que conseguir dinheiro para o custeio da máquina e uma grande dificuldade de colocar os salários de todos os servidores em dia. Nenhum gestor gostaria de passar por uma situação dessas”, defendeu Jayme.
Na segunda-feira (22), os grevistas amanhecerem acorrentados às grades do Palácio Paiaguás, sede do Governo, no Centro Político e Administrativo de Cuiabá (CPA).
Já na terça-feira (23) voltaram a se acorrentar durante o evento de reabertura da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, que contou com a presença do ministro da Saúde, Henrique Mandetta. Durante a solenidade, eles vaiaram o governador e gritaram pelos seus salários que estão cortados desde o início da greve.
















