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Cuiabá, 01 de Junho de 2026
01 de Junho de 2026

15 de Fevereiro de 2024, 17h:08 - A | A

PODERES / O ESCOLHIDO DO UNIÃO

Jayme: Candidatura de Botelho é a mais viável; Mauro seguiu o bom senso

O presidente da Assembleia Legislativa foi anunciado nesta quinta-feira (15), como o candidato do partido para disputar a Prefeitura de Cuiabá.

DAFFINY DELGADO
APARECIDO CARMO



O senador Jayme Campos (União Brasil) comentou nesta quinta-feira (15), que a decisão do governador Mauro Mendes (União Brasil) em escolher o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) como o nome da legenda na disputa pela Prefeitura de Cuiabá foi a "mais viável".

“Eu diria que na verdade, o Mauro, depois de fazer uma reflexão, analisou de fato quem seria o candidato ideal para a Prefeitura de Cuiabá, pelo União Brasil, e escolheu o nome do deputado Eduardo Botelho, que sem sombra de dúvida é hoje o que aparece em destaque maior nas pesquisas de opinião pública", afirmou.

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"Prevaleceu o bom senso, e o espírito partidário. (...) Acho que o desfecho foi o mais correto e oportuno", acrescentou senador. 

A briga interna, entre Botelho e o chefe da Casa Civil, Fabio Garcia, já se arrastava há meses. O anúncio foi feito no perfil oficial do partido, nas redes sociais nesta quinta-feira.

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O senador pontuou esperar que ninguém tenha se sentido preterido, e afirmou esperar contar com o apoio de Fábio Garcia na campanha de Botelho para mostrar a "união" dentro do partido.

“O deputado Fabio Garcia, é indispensável a sua presença na campanha do Botelho, para mostrar que o partido está junto. E sobretudo, o Fabio é um deputado federal, é uma pessoa que tem seu valor, seu prestígio, e certamente agora, após várias e várias reuniões que tiveram, eu tinha certeza que chegou em comum acordo de que o Botelho fosse o candidato do União Brasil”, disse Jayme.

Agora, Jayme reforça que a prioridade é montar a campanha e aguardar as convenções para a definição do vice candidato.

“Esse é um assunto que eu acho que não é tão precioso. Vamos chegar à conclusão, vai depender das composições partidárias para definir o vice. Vice é aquela velha história, não atrapalhando, tá de bom tamanho”.

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