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10 de Janeiro de 2024, 07h:00 - A | A

PODERES / PREFEITURA DE CUIABÁ

Janaina: Candidatura de Botelho pelo PSD ainda é possível, mas ele tem que decidir logo

Preterido no União Brasil e sem o PSD, candidatura de Eduardo Botelho pode ser prejudicada.

Assessoria

Janaina disse que Botelho ainda tem chances no PSD, mas definição precisa ser logo.

Janaina disse que Botelho ainda tem chances no PSD, mas definição precisa ser logo.

APARECIDO CARMO
DO REPÓRTERMT



A deputada Janaina Riva (MDB), aliada de primeira hora do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União), disse que o pré-candidato a prefeito de Cuiabá ouviu do próprio Carlos Fávaro (PSD) que ainda há espaço para uma candidatura dele no PSD. Nesta terça-feira (09), Fávaro confirmou que o presidente Lula (PT) pediu apoio do PSD a um possível candidato da federação do PT, PV e PCdoB na Capital.

“Eles falaram no telefone a pouco e ele (Fávaro) falou que não, que se o presidente (Botelho) for ao partido, ele ainda aguarda. Agora, realmente já foram dados vários prazos e o Botelho acabou não tomando a decisão. Ele precisa tomar uma decisão com relação ao partido”, disse Janaina.

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Botelho ainda tem esperança de se candidatar pelo União Brasil, seu atual partido, e por isso foi protelando a decisão de sair ou não. Mas a tendência do governador Mauro Mendes, presidente do União, de apoiar Fábio Garcia, é um entrave a Botelho.

“O entrave está no União. Eu acho que não tem problema no PSD o Botelho ser candidato a prefeito lá, o problema está na indefinição”, acrescentou.

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Para Janaina, é natural que, caso o PSD não tenha candidato próprio em Cuiabá, que apoie o nome da federação de esquerda. Ainda mais com um pedido do próprio Lula nesse sentido.

“Ele (Fávaro) ainda aguarda essa decisão do presidente Botelho e aí agora o que a gente precisa de uma definição por parte da União Brasil para o presidente poder tomar uma decisão”, disse.

Na segunda-feira (08), Júlio Campos havia adiantado que o governador Mauro Mendes tomaria uma decisão definitiva sobre Botelho ou Garcia ainda em janeiro. Até lá, segundo ele, permanece o acordo de que quem quisesse deixar o partido com Botelho, receberia o aval da cúpula do União Brasil.

“Se não viabilizar um acordo interno no União Brasil com apenas a candidatura do Eduardo Botelho, nós teremos a carta pronta de liberação não só do deputado Eduardo Botelho, mas de qualquer outro parlamentar que quiser deixar o partido”, disse Júlio aos jornalistas.

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