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Cuiabá, 02 de Junho de 2026
02 de Junho de 2026

10 de Janeiro de 2024, 07h:00 - A | A

PODERES / PREFEITURA DE CUIABÁ

Janaina: Candidatura de Botelho pelo PSD ainda é possível, mas ele tem que decidir logo

Preterido no União Brasil e sem o PSD, candidatura de Eduardo Botelho pode ser prejudicada.

APARECIDO CARMO
DO REPÓRTERMT



A deputada Janaina Riva (MDB), aliada de primeira hora do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União), disse que o pré-candidato a prefeito de Cuiabá ouviu do próprio Carlos Fávaro (PSD) que ainda há espaço para uma candidatura dele no PSD. Nesta terça-feira (09), Fávaro confirmou que o presidente Lula (PT) pediu apoio do PSD a um possível candidato da federação do PT, PV e PCdoB na Capital.

“Eles falaram no telefone a pouco e ele (Fávaro) falou que não, que se o presidente (Botelho) for ao partido, ele ainda aguarda. Agora, realmente já foram dados vários prazos e o Botelho acabou não tomando a decisão. Ele precisa tomar uma decisão com relação ao partido”, disse Janaina.

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Botelho ainda tem esperança de se candidatar pelo União Brasil, seu atual partido, e por isso foi protelando a decisão de sair ou não. Mas a tendência do governador Mauro Mendes, presidente do União, de apoiar Fábio Garcia, é um entrave a Botelho.

“O entrave está no União. Eu acho que não tem problema no PSD o Botelho ser candidato a prefeito lá, o problema está na indefinição”, acrescentou.

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Para Janaina, é natural que, caso o PSD não tenha candidato próprio em Cuiabá, que apoie o nome da federação de esquerda. Ainda mais com um pedido do próprio Lula nesse sentido.

“Ele (Fávaro) ainda aguarda essa decisão do presidente Botelho e aí agora o que a gente precisa de uma definição por parte da União Brasil para o presidente poder tomar uma decisão”, disse.

Na segunda-feira (08), Júlio Campos havia adiantado que o governador Mauro Mendes tomaria uma decisão definitiva sobre Botelho ou Garcia ainda em janeiro. Até lá, segundo ele, permanece o acordo de que quem quisesse deixar o partido com Botelho, receberia o aval da cúpula do União Brasil.

“Se não viabilizar um acordo interno no União Brasil com apenas a candidatura do Eduardo Botelho, nós teremos a carta pronta de liberação não só do deputado Eduardo Botelho, mas de qualquer outro parlamentar que quiser deixar o partido”, disse Júlio aos jornalistas.

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