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Cuiabá, 18 de Junho de 2026
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12 de Setembro de 2018, 09h:30 - A | A

PODERES / NEGOU COAÇÃO

Galli desmente Selma e diz que concordou com tempo menor de TV

Presidente do PSL contrariou as declarações da candidata ao Senado Selma Arruda (PSL), que afirmou à Justiça Eleitoral que ele foi coagido ao aceitar a divisão desigual de tempo de propaganda..

MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO



O deputado federal e candidato à reeleição Victório Galli (PSL) deu uma versão diferente daquela apresentada pela juíza aposentada e candidata ao Senado Federal Selma Arruda (PSL), sobre a assinatura da ata que limitou o tempo dela em sete segundos na propaganda eleitoral. Galli, que é presidente regional do PSL, disse que concordou com o tempo para que fosse mantida a chapa com o PSDB e os demais partidos da coligação “Segue em Frente Mato Grosso”, depois que a juíza aposentada passou a atacar os tucanos.

Ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Selma disse que o deputado teria sido coagido pelos representantes do PSDB a assinar o documento. 

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“Eu não fui coagido. Eu li a ata antes de assinar. Estão me chamando de criança e esse negócio não está certo. O problema todo era por causa dos ataques feitos por ela. Eles disseram: ‘Olha, nós vamos tirar o tempo de televisão dela, mas em respeito a você nós vamos manter a coligação’. E eu concordei”, disse o deputado ao .

“Eu não fui coagido. Eu li a ata antes de assinar. Estão me chamando de criança e esse negócio não está certo. O problema todo era por causa dos ataques feitos por ela", revelou o presidente regional do PSL.

O PSL tem direito a 7 segundos na propaganda, enquanto o PSDB tem 42 segundos. Além dos dois partidos, também fazem parte da coligação PSB, PPS, DC, Avante, Patriota, PRP e Solidariedade – o PRTB estava na coligação, mas foi excluído pelo TRE. Selma queria que o total de 1 minuto e 39 segundos da coligação fossem divididos ao meio entre ela e o deputado federal e também candidato ao Senado Nilson Leitão (PSDB).

"Eles disseram: ‘Olha, nós vamos tirar o tempo de televisão dela, mas em respeito a você nós vamos manter a coligação’. E eu concordei”, disse o deputado.

O PSDB se negou a ceder parte de seu tempo, dividindo apenas o tempo dos aliados com a juíza aposentada. Ao ficar com 32 segundos, Selma passou a atacar Leitão e o governador Pedro Taques (PSDB), candidato à reeleição. Os dois foram citados em duas delações premiadas que os envolvem em um esquema de corrupção na Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Selma chegou fazer uma ‘live’ em suas redes sociais em que mostrou documentos que ligariam o ex-secretário de Educação Permínio Pinto, um dos delatores, ao gabinete de Leitão enquanto deputado.

O presidente do PSL lamentou os ataques da correligionária aos candidatos do PSDB e lembrou que a coligação tem papel fundamental na eleição dos candidatos a deputado federal e deputado estadual do partido.

“Ela não depende de quociente eleitoral para se eleger, ela está na majoritária, né? Mas com esse posicionamento ela está prejudicando todo o grupo do PSL”, disse Galli.

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MARIA TAQUARA 12/09/2018

pensemos... Pq alguém concordaria em ceder algo de que tem direito, sem nada em troca? AInda mais em política... sem sentido

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pedro Kuhl 12/09/2018

Esse tem moral pra falar alguma coisa ....... kkkkkkk ....... sem noção !!!!!!

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2 comentários