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O vice-governador Carlos Fávaro (PSD), teceu novas críticas à criação do Fundo de Estabilização Fiscal.
CAMILA PAULINO
DA REDAÇÃO
O vice-governador Carlos Fávaro (PSD), teceu novas críticas à decisão do governador Pedro Taques (PSDB) de criar o Fundo de Estabilização Fiscal para arrecadar R$ 500 milhões em um ano. Para ele, a medida onera ainda mais a população. O fundo será formado por meio de contribuições arrecadadas de todos os Poderes.
“O cidadão não aguenta mais o aumento de carga tributária. Eu sei que Mato Grosso vive um momento difícil, as finanças precisam ser estabilizadas, medidas precisam ser tomadas, medidas amargas, inclusive, mas aumento de carga tributária é inconcebível. Os mato-grossenses não aguentam mais”, afirmou Fávaro.
“O cidadão não aguenta mais o aumento de carga tributária. Eu sei que Mato Grosso vive um momento difícil, as finanças precisam ser estabilizadas, medidas precisam ser tomadas, medidas amargas, inclusive, mas aumento de carga tributária é inconcebível. Os mato-grossenses não aguentam mais”, afirmou Fávaro durante visita às obras do novo campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Várzea Grande.
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Fávaro ainda apontou que para cogitar qualquer aumento de tributos à população, antes o governador deveria cortar gastos da gestão.
“O Governo precisa sim fazer corte de despesas, enxugar o tamanho da máquina, mesmo que isso custe popularidade, mas precisa primeiro fazer isso e depois convencer a sociedade a contribuir mais”, disse o vice.
Fávaro acrescentou ainda que as criticas que ele faz ao Governo são construtivas e necessárias.
“As críticas são construtivas para ajudar a construir o Estado de Mato Grosso. Venho fazendo de forma muito respeitosa, mas é importante. Tudo eu já pontuei internamente, ajudando a construir, mas preciso me posicionar e não posso deixar de dar resposta à sociedade”, disse Fávaro.














