DA REDAÇÃO
Os trabalhos do Legislativo retornaram em Brasília nessa quarta-feira (2) e ao que tudo indica, a temática do ICMS dos combustíveis e a redução do preço na bomba continua sendo uma das urgências de parlamentares, como Emanuelzinho. O deputado mato-grossense é autor da proposta que reduz e fixa o percentual cobrado do imposto e que hoje varia de estado para estado.
“Esse é um ano com calendário apertado e essa questão do alto preço dos combustíveis precisa ser acelerada. Acredito muito que já em fevereiro, especialmente com as propostas que já aprovamos na Câmara e que estão no Senado, temos que unir os esforços no objetivo de reduzir o valor médio que tem sido repassado ao consumidor”, disse Emanuelzinho.
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Para o deputado, além de estabelecer e equilibrar as porcentagens de impostos como o ICMS, pagos sobre o combustível, o parlamento também precisa este ano abrir debates sobre outros fatores que impactam negativamente no valor do combustível.
“A aprovação de nossa proposta foi um passo largo, agora é preciso inibir essa variação do ICMS, porque senão não adianta. Vimos prefeitos e governadores nesse meio tempo já com ações de congelamento do ICMS cobrado sobre os combustíveis e fazendo o que é possível no orçamento. Para 2022, temos que abrir os livros e examinar com detalhes as políticas da Petrobras que muito tem a ver com os valores exorbitantes que se cobra do brasileiro na gasolina, no álcool e no diesel. Também somos produtores de petróleo. Respeito e valorizo nossa estatal, mas não podemos sangrar o orçamento familiar somente com foco no mercado internacional, por não olhar os de casa”, completou.
Emanuel Pinheiro Neto é atualmente o presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara. Este ano completa seu 1º ano de mandato com federal.












