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11 de Julho de 2018, 14h:43 - A | A

PODERES / A GRANDE QUADRILHA

Documentos da PF apontam mais 'gente graúda' envolvida com esquema de Silval

Dentre os investigados já conhecidos estão o ministro Blairo Maggi (PP), deputados estaduais, empresários e os conselheiros Antônio Joaquim, Sérgio Ricardo e José Novelli. Novos nomes seriam de gente de toga e políticos graúdos

RpMT

A operação Malebolge é uma sequência da Operação Ararath, que apura crimes cometidos por uma organização criminosa que instalou no alto escalão do Estado durante a gestão do ex-governador Silva Barbosa.

A operação Malebolge é uma sequência da Operação Ararath, que apura crimes cometidos por uma organização criminosa que instalou no alto escalão do Estado durante a gestão do ex-governador Silva Barbosa.

RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO



Cópias de documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Malebolge, correspondente a 12ª fase da Operação Ararath, foram encaminhadas para o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso na Corte.

A nova documentação menciona novos nomes de autoridades com foro perante ao STF. As cópias foram enviadas através de um CD pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal.

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A Operação Malebolge é uma sequência da Operação Ararath, que apura crimes cometidos por uma organização criminosa instalada no alto escalão do Estado e que funcionou entre 2006 e 2014, durante a gestão do ex-governador Silva Barbosa. Novos nomes seriam de gente de toga e políticos graúdos. 

O inquérito judicial investiga prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira e crimes contra a ordem tributária. 

Dentre os investigados estão o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), deputados estaduais, empresários os conselheiros do Tribunal de Contas,  Antônio Joaquim, Sérgio Ricardo e José Carlos Novelli. 

O esquema foi descoberto no curso das investigações da Operação Ararath, a partir da apreensão de diversos documentos e depoimentos prestados por colaboradores, entre os quais está Silval Barbosa.

O ministro Luiz Fux é o relator da operação, que tramita em sigilo, no Supremo.

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