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11 de Março de 2023, 17h:30 - A | A

PODERES / GUERRA DO MODAL

Diego Guimarães: Emanuel age como advogado das empresas que surrupiaram Estado e não entregaram VLT

Deputado acusou o prefeito da Capital de agir movido por interesses escusos.

JLSIQUEIRA / ALMT

Deputado acusou prefeito de agir como advogado das empresas responsáveis pelo VLT.

Deputado acusou prefeito de agir como advogado das empresas responsáveis pelo VLT.

APARECIDO CARMO
DO REPÓRTER MT



Em conversa com jornalistas, o deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) disse que o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), age como advogado das empresas que deveriam ter entregue o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para a Copa do Mundo de 2014, mas que, além de não entregar a obra, deixaram um prejuízo de R$ 1 bilhão para o Estado.

“O Emanuel Pinheiro trabalha como advogado das empresas que surrupiaram, que roubaram do estado de Mato Grosso mais de R$ 1 bilhão e não entregaram esse modal que seria tão importante para a mobilidade urbana de Cuiabá e Várzea Grande”, disse.

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Em um tom duro, o parlamentar disse que o interesse do prefeito no VLT vem de antes de assumir a prefeitura. Disse que, quando era deputado Emanuel recebia propina do então governador Silval Barbosa para não fiscalizar as obras do modal.

“O Emanuel Pinheiro, o interesse dele pelo VLT, para mim, não é de hoje. O interesse dele vem desde quando ele estava como deputado estadual e então recebia propina do Governo do Estado, do então governador Silval Barbosa, para não fiscalizar as obras do VLT. Certamente ele ainda tem alguma ligação com a turma que a época tentou implantar o VLT na nossa cidade, que consumiu mais de R$ 1 bilhão do Governo do Estado e não entregou nada”, afirmou.

Segundo Diego Guimarães, o prefeito da Capital age movido por interesses escusos, ao invés de defender a população da cidade. “É o mesmo Emanuel Pinheiro que enquanto deputado estadual recebeu propina das mãos de Silvio Correa”, disse.

Para o parlamentar, a questão do modal a ser adotado nas duas principais cidades do Estado já foi resolvida quando, no ano passado, a Sinfra apresentou um estudo técnico apontando que não havia outra alternativa senão reconhecer o fracasso do projeto do VLT e a necessidade de adotar, em seu lugar, o BRT.

Como mostrou o RepórterMT, no dia 2 de março o juiz Márcio Aparecido Guedes, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, deu cinco dias para que Emanuel Pinheiro analise os documentos referentes ao processo de implantação do BRT e autorize o início das obras do modal na capital.

A decisão judicial ocorre após Emanuel não cumprir os prazos estipulados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) para apresentar a conclusão da análise do processo relativo a liberação da instalação do BRT e autorização para demolição dos trilhos na Avenida Fernando Correa da Costa. O prazo dado pelo TCE encerrou em fevereiro.

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Ademir 11/03/2023

Vão gastar mais pra fazer o BRT que pra terminar o vlt, muito mais moderno, eficiente… a diferença que ônibus tem dono

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1 comentários