RepórterMT

Em nota, o deputado Gilmar Fabris comunica que ele e outros três parlamentares vão manter o apoio ao governador.
RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
Apesar do alerta do presidente do PSD, Carlos Fávaro que na quinta-feira (05), emitiu nota ressaltando que os filiados deveriam seguir a determinação da sigla e sair da base do goverandor Pedro Taques, conforme entendimento partidário de manter a independência política nas eleições de 2018, o deputado estadual e líder do PSD na Assembleia Legislativa, Gilmar Fabris emitiu nota afirmando que os deputados foram liberados para “construir a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB) juntamente com vereadores, prefeitos aliados dos parlamentares”.
Conforme apurou o
, depois do anúncio de Fabris, lideranças do PSD, com a participação de Carlos Fávaro, decidiram se reunir ainda na tarde desta sexta-feira (06) para avaliar sobre o caso e novidades do assunto devem ocorrer em algumas horas.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
A fonte adiantou ainda que a sigla vai seguir o que decidiu a maioria dos filiados, de permanecer independente em relação a apoiar o Governo Pedro Taques, decisão que foi autorizada também pelo presidente da sigla, ministro Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) e, por esse motivo, não está descartada a expulsão dos deputados Gilmar Fabris, Pedro Satélite, Wagner Ramos e Ondanir Bortolini, o "Nininho", como o partido se manifestou e nota na tarde de quinta-feira (5).
“Decidimos não nos posicionar mais sobre as falas de deputados. O que foi dito na nota do partido e pelo presidente Kassab continua valendo”, comentou a fonte.
A medida é uma reação ao fato de Fabris afirmar que depois de um café juntamente com o presidente do partido, Carlos Fávaro, as lideranças serão respeitadas para trabalhar o nome de algum candidato ao Governo que surgir.
“Os deputados continuam na base do Governo e ajudarão a construir a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB) juntamente com vereadores, prefeitos e lideranças do PSD que são aliados dos parlamentares. Serão respeitadas as lideranças dentro do partido que pretendem trabalhar a coligação com algum candidato ao governo do Estado que eventualmente venha a surgir no cenário político. No momento correto, o PSD democraticamente decidirá, por maioria do diretório, a coligação que ora atendeu aos seus objetivos”, destacou Gilmar Fabris no comunicado.
Carta de Fávaro
O ex-vice-governador e presidente estadual do PSD, Carlos Fávaro afirmou, na quinta-feira, que o partido não admitirá “baderna” e que se os quatro deputados estaduais Gilmar Fabris, Ondanir Bortolini, o Nininho, Pedro Satélite e Wagner Ramos decidirem permanecer na legenda deverão deixar a base do governador Pedro Taques (PSDB).
O presidente do PSD ainda pontuou que se os parlamentares insistirem em descumprir a decisão do partido podem ser expulsos (veja aqui).















Maurão 08/04/2018
Taques não conseguiu arregimentar nenhum partido de peso para a sua coligação, perdeu o PSD do vice Carlos Fávaro, o DEM do Jayme Campos e Mauro Mendes, o PDT do Zeca Viana, o PTB do Galindo e por aí vai. PPS e Solidariedade são redutos de tucanos a mando do Taques para dar a impressão de grupo. Mas não há grupo nenhum. Mauro Mendes, Fávaro e Wellington Fagundes tem uma surpresa pra ele. Aguardem!
Fagner 07/04/2018
Muitos réus numa só foto. De homens de malas de dinheiro a acusado de pagar propina para a concessão de rodovias, sem contar o homem do pijama. Deve ser por isso que este partido odeia tanto os servidores, afinal do salário não tem como eles fazerem caixa 2.
2 comentários