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Cuiabá, 18 de Junho de 2026
18 de Junho de 2026

22 de Setembro de 2018, 07h:00 - A | A

PODERES / LEGADO DA COPA

Candidatos trocam acusações sobre quem deveria ter fiscalizado o VLT

Pedro Taques senador durante o período da Copa do Mundo, Wellington era deputado federal e Mauro Mendes era prefeito de Cuiabá

MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO



Os candidatos ao Governo do Estado Mauro Mendes (DEM), Wellington Fagundes (PR) e Pedro Taques (PSDB) trocaram acusações sobre quem deveria ter fiscalizado as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande. No período em que o modal foi articulada pela gestão do ex-governador Silval Barbosa, Mauro era prefeito de Cuiabá, Wellington era deputado federal e Taques era Senador da República.

Wellington e Taques se juntaram para acusar o ex-prefeito Mauro Mendes de omissão. 

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“Eu quero dizer aqui para a população, no município a maior autoridade é o prefeito. Não é o presidente da República nem o governador. Por isso, toda obra executada no município a responsabilidade é dos prefeitos. Então, eu tenho cobrado a omissão dos prefeitos que nesta obra não acompanharam. Os vereadores também têm esse papel. Os senadores e deputados federais, que estão lá em Brasília... é impossível acompanhar as obras do município”, disse o candidato do PR.

"No município a maior autoridade é o prefeito. Não é o presidente da República nem o governador. Por isso, toda obra executada no município a responsabilidade é dos prefeitos. Então, eu tenho cobrado a omissão dos prefeitos que nesta obra não acompanharam", atacou Wellington se referindo a Mendes.

A obra está paralisada desde 2014 e o Governo do Estado, junto ao Ministério Público Estadual (MPE) e ao Ministério Público Federal (MPF) questionam na Justiça diversos pontos do contrato fechado com o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande. Além disso, o MPF deflagrou a Operação Descarrilho para investigar o pagamento de R$ 18 milhões em propinas à organização criminosa liderada por Silval.

“Eles não conhecem a atribuição de um prefeito. O Wellington, aliás, já perdeu duas vezes como [candidato a] prefeito. Ele deveria começar como prefeito para ganhar um pouco de experiência. E aí ele iria saber que, entre as obrigações de um prefeito, não está fiscalizar obras do Estado", rebateu Mendes.

“Uma das ações foi ajuizada por determinação minha à Procuradoria Geral do Estado (PGE) junto com os dois Ministérios Públicos. Isso está ajuizado. Agora, não é possível terminar uma obra sem projeto. Concordo com o senador Wellington que o prefeito foi omisso. Diferente do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que determinou um decreto que nada poderia ser feito sem a participação do município de Cuiabá. O VLT será terminado, mas não em um ano”, prometeu Pedro Taques.

Ao final do debate, o candidato Mauro Mendes se defendeu. Para o democrata, a omissão se deu por parte dos parlamentares do Estado que deixaram de fiscalizar os recursos federais utilizados na obra – o financiamento é da Caixa Econômica Federal.

“Eles não conhecem a atribuição de um prefeito. O Wellington, aliás, já perdeu duas vezes como [candidato a] prefeito. Ele deveria começar como prefeito para ganhar um pouco de experiência. E aí ele iria saber que, entre as obrigações de um prefeito, não está fiscalizar obras do Estado. Agora, como obrigação de um deputado federal e de um senador, que os dois eram, está, sim, a prerrogativa de fiscalizar a aplicação dos recursos federais. E lamentavelmente eles não fizeram”, declarou Mendes.

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Comente esta notícia

Analista 22/09/2018

Não defini o meu voto, mas a forma desrespeitosa do Mauro Mendes com o prefeito da capital já mostra que teremos 4 anos de abandono do governo do estado para Cuiabá se o Mauro Mendes for eleito, só por birra com o Emanuel Pinheiro. Por isso acho que vou votar no Wellington Fagundes.

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Davi 22/09/2018

No interior o Wellington Fagundes é muito forte. É o único que tem serviço prestado. Deve ter segundo turno.

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Victor 22/09/2018

Taques não tem 5% dos votos. Como as pesquisas se concentram muito em Cuiabá aparece o Mauro Mendes com grande vantagem. Mas Rondonópolis, Cáceres, Sorriso, Sinop, Barra do Garças e outros municípios pólos vai dar Wellington de lavada.

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Carlos 22/09/2018

Não voto em MM porque será a continuidade da má gestão Taques, basta ver o seu palanque com Botelho, Nininho, Savi, Dilmar Dal Bosco e Fabris. Voto no Wellington Fagundes.

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Hugo 22/09/2018

O povo não cansa de apanhar, se o Mauro Mendes vencer quem vai governar são os Campos e Gilmar Fabris. Os secretários serão os mesmos do Taques. Vote WF ou vote nulo.

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Carlos Nunes 22/09/2018

Ih! Pra quem ganhar a eleição...o conselho é só um: vende esse VLT espanhol, movido a energia elétrica, RAPIDAMENTE, antes que perca o valor, fique depreciado e OBSOLETO. Depois de vendê-lo...se quiser um VLT que preste, converse com os Japoneses que já tem o NOVO VLT movido a energia solar. Energia solar é o que não falta em Cuiabá. Os sites da Capital já informaram que esse VLT do Silval, quando estiver funcionando 100% - de VG até ao CPA e do Centro além do Coxipó, vai consumir de energia elétrica o que consome uma cidade com 70 mil habitantes. Composições do VLT, indo de lá pra cá, 24 horas por dia, 365 dias por ano, vão encher os bolsos da Energisa. Quantos Milhões de reais vai custar essa conta de energia elétrica? Daria pra iluminar muitos Hospitais, Postos de Saúde, Clínicas, nos 141 municípios de Mato Grosso.

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MARIA TAQUARA 22/09/2018

todo mundo é responsável, ninguém fez nada! o próximo governador continuará com a batata na mão!

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7 comentários