DA REDAÇÃO
O candidato à reeleição, governador Pedro Taques (PSDB) abriu o primeiro programa eleitoral, deste pleito para o comando do Governo do Estado, pedindo uma oportunidade de seguir em frente, já que, conforme o tucano, a tempestade já teria passado na primeira gestão.
Taques pediu que a população reflita sobre o quanto foi feito no mandato dele, os roubos praticados pela gestão anterior e que não “se deixe levar pela conversa fácil de oportunistas”, declarou ressaltando a desconfiança que deve ser mantida sobre os adversários. “Analise a ficha de cada candidato e do grupo que está com eles”, reforçou.
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Em seu primeiro programa eleitoral, o candidato Mauro Mendes (DEM) usou o tempo para contar sua trajetória de vida, enfatizou que Mato Grosso sofreu com gestões corruptas e reforçou que esse é o momento de “virar a página”.
O democrata lembrou que governou a Capital e que geriu sonhos. Também mostrou o trabalho do vice, Otaviano Pivetta (PDT), à frente da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, que teve o maior Índice de Desenvolvimento Humano do Estado.
O tom do discurso usado por Mendes foi de esperança, prometendo fazer “campanha da verdade e mudança para valer”
O senador Wellington Fagundes (PR) usou discurso humanista. O republicano apostou em produção de vídeo com depoimentos de pessoas que falavam de sonhos e decepção com a atual gestão.
Wellington destacou que o Estado é feito de pessoas e que a população se sente abandonada. O candidato observou que o “governador tem que ter olhar humano”.
No primeiro programa, Wellington também usou parte do tempo para falar dos pais, trabalho e respeito às pessoas, dedicando parte do espaço a vídeo que mostrou a trajetória de vida dele e da família.
Com apenas alguns segundos, os nanicos Arthur Nogueira (Rede) e Moisés Franz (PSOL) usaram o espaço da propaganda eleitoral para se apresentarem como candidatos ao Governo.
















