CAROL SANFORD
DA REPORTAGEM
O governador Pedro Taques (PSDB) minimizou a crise enfrentada junto ao vice-governador Carlos Fávaro (PSD), que apresentou uma carta renunciando ao cargo na manhã desta quinta-feira (5).
Conforme o tucano, Fávaro já havia lhe comunicado da decisão de deixar o Governo na semana passada para se dedicar à campanha ao Senado.
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"Sobre Fávaro, Mauro e Pivetta, os três aliados na campanha de 2014, eu acho que liberdade é a escolha de seu destino. Cada um escolhe seu destino e eu recomendo que nós tenhamos vários candidatos ao Governo. Isso é muito bom para a democracia, para o debate", disse Taques.
"O vice-governador Carlos Fávaro já havia me comunicado disso, porque ele quer se dedicar à candidatura ao Senado. Isso é fato e temos que respeitar essa decisão. Seu pedido de renúncia é normal. Outros vices que querem concorrer a outros cargos estão fazendo isso, assim como os governadores. Eu estou focado, trabalhando pelo Estado de Mato Grosso e vou continuar a fazer isso", afirmou Taques em coletiva à imprensa.
Questionado sobre o fato do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, do ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, e do próprio Fávaro terem deixado de apoiar sua gestão, já que os três foram aliados nas eleições de 2014, Taques disse que cada um deve escolher seu próprio destino.
"Sobre Fávaro, Mauro e Pivetta, os três aliados na campanha de 2014, eu acho que liberdade é a escolha de seu destino. Cada um escolhe seu destino e eu recomendo que nós tenhamos vários candidatos ao Governo. Isso é muito bom para a democracia, para o debate", minimizou Taques.
Para ele, uma possível aliança futura com o PSD, do qual Fávaro é presidente regional, é possível, visto que tem o apoio de outras lideranças da sigla.
"Nós temos quatro deputados do PSD [Gilmar Fabris, Ondanir Bortolini (Nininho), Pedro Satélite e Wagner Ramos] que querem sair do partido em razão disso", argumentou o governador.
Segundo ele, a saída de Fávaro do cargo de vice-governador não deve prejudicar Mato Grosso.
"A saída de Fávaro não prejudica a administração do Estado. Em absoluto. Quero expressar meu respeito ao Carlos Fávaro, mas ele quer procurar o caminho dele ao Senado e acha melhor estar fora para se dedicar, o que é absolutamente legível. Quero agradecê-lo por esse período que ele ajudou a bem administrar Mato Grosso", concluiu o tucano.














