DA REDAÇÃO
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) Eduardo Botelho (PSB) revelou nesta quinta-feira ao
, que o governador Pedro Taques (PSDB) deve se reunir na próxima semana com os deputados para falar sobre a criação do Fundo Emergencial de Estabilização Fiscal (FEEF).
“O governador fará uma reunião na semana que vem com os deputados da base para mostrar a necessidade e a importância deste fundo para aí colocar em tramitação. Hoje o clima não está muito favorável para se aprovar. Depende muito desta conversa", afirmou Botelho.
De acordo com Botelho, o clima na ALMT atualmente não é favorável para a aprovação do fundo. O Governo visa arrecadar cerca de R$ 300 milhões com a medida até o final do ano, o que será utilizado para pagar dívidas com a Saúde, fornecedores, entre outros passivos.
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“O governador fará uma reunião na semana que vem com os deputados da base para mostrar a necessidade e a importância deste fundo para aí colocar em tramitação. Hoje o clima não está muito favorável para se aprovar. Depende muito desta conversa. Tem a questão das emendas parlamentares, que não foram pagas praticamente nada. Ele teria que pagar uns R$ 60 milhões só em relação às deste ano para pelo menos dar uma amortizada. Foi um compromisso que ele fez”, afirmou Botelho.
Taques afirmou, segundo Botelho, que já definiu tudo com os setores, como o comércio e a indústria, e que o projeto já estaria bem encaminhado. O presidente da ALMT ressaltou que agora o principal entrave é político e que só após este encontro com os parlamentares é que o Fundo será levado para ser discutido e votado em plenário.
Botelho também destacou que o retorno de Max Russi (Sem Partido) e Wilson Santos (PSDB) para a Assembleia Legislativa, previsto para a terça-feira da próxima semana, não deve mudar muita coisa no cenário de votação para o Governo, em relação ao fundo, já que Jajah Neves (PSDB), suplente de Wilson, e Adriano Silva (PSB), suplente de Max, provavelmente votariam a favor do projeto.
“O governo está dizendo que já conversou com os setores, como o comércio e a indústria, e que está tudo arredondado. Agora a questão é mais política. Para colocarmos em pauta, depende desta conversa dele com os deputados, se não eu posso colocar em pauta e cair, o que não adiantaria nada. O governo é que tem pressa. A volta do Max Russi e do Wilson Santos ajuda, mas os dois que estão lá também votariam favoravelmente. Não muda muita coisa não”, completou.















