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Cuiabá, 19 de Julho de 2024
19 de Julho de 2024

30 de Novembro de 2017, 11h:35 - A | A

PODERES / FRAUDES DA FAESPE

Advogado acusado de receber dinheiro é alvo de condução coercitiva

Eduardo Mello prestava serviços à Faespe e teria recebido valores de transações investigadas .

CAROL SANFORD
DA REPORTAGEM



O advogado Eduardo Mello,  especialista em Direito Empresarial, está entre os alvos de condução coercitiva da quarta fase da Operação Convescote e presta depoimento ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), na manhã desta quinta-feira (30). A investigação apura esquema de desvio de dinheiro público, por meio de contratos fraudulentos com a  Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe).

O jurista chegou à sede do Gaeco acompanhado de Alex Salvatierra,  representante da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB/MT).

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Conforme o delator da Operação Convescote, Hallan Gonçalves Freitas, o advogado Eduardo Mello prestava serviços à Faespe e teria recebido valores de transações investigadas .

Mello também foi citado pelo ex-procurador-geral e ex-prefeito interino de Cuiabá, Fernando Biral, que confessou ter ajudado a organização criminosa investigada na Operação Convescote, a desviar mais de R$ 1,1 milhão dos cofres públicos, por meio de contratos fraudulentos.

No depoimento, Fernando Biral admitiu que emitiu notas frias para receber por serviços não-prestados e devolvido integralmente o valor pago pela Assembleia e TCE para o casal Jocilene Assunção e Marcos José da Silva , apontados como líderes do esquema.

Biral envolveu o nome de Melo ao afirmar que teria repassado valores ao advogado, assim como para o delator Hallan Freitas, além do casal Jocilene e Marcos.

4ª fase

A quarta fase da Operação Convescote cumpre oito mandados de busca e apreensão e oito mandados de condução coercitiva.

Também prestaram depoimento ao Gaeco, nesta quinta-feira (30), o casal apontado como líder do esquema: Jocilene Assunção e Marcos José da Silva.

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