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31 de Outubro de 2026

15 de Abril de 2026, 17h:48 - A | A

PAPO RETO / RESPONSABILIDADE NA COBERTURA

Repórter MT recebe selo “Imprensa por Elas 2026” em evento do TJMT

Repórter MT

Iniciativa orienta jornalistas sobre linguagem e abordagem na cobertura de casos de violência de gênero

Iniciativa orienta jornalistas sobre linguagem e abordagem na cobertura de casos de violência de gênero

DO REPÓRTERMT



O site Repórter MT participou, na manhã desta quarta-feira (15), de um café da manhã com jornalistas promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), voltado ao enfrentamento da violência contra a mulher. Durante o encontro, o veículo recebeu o selo “Imprensa por Elas 2026”, que reconhece a adesão a práticas responsáveis na cobertura de casos de feminicídio e violência doméstica.

A iniciativa foi idealizada pela coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher), desembargadora Maria Erotides Kneip, que destacou o papel da imprensa no enfrentamento à violência de gênero.

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“Nós sabemos da força da imprensa e sabemos que a imprensa, através da notícia dos fatos de violência contra a mulher, pode salvar vidas. E esse evento busca, trazer o convite para imprensa vir integrar as redes de enfrentamento e fazer com que papel da imprensa seja ampliado também no enfrentamento da violência doméstica contra a mulher”, declarou a magistrada.

O evento também contou com a participação do presidente do TJMT, José Zuquim Nogueira, que afirmou que a iniciativa é um primeiro passo para a colheita de bons resultados no futuro.

“Peço que sejam instrumentos dos meios de proteção à mulher. Esse é um papel principal da imprensa. Tenho certeza que daqui por diante vamos avançar de maneira gratificante”, pontuou o presidente.

Na ocasião, também foi entregue um guia com orientações para um jornalismo que proteja e dignifique as mulheres, destacando o papel da linguagem na forma como os crimes são compreendidos pela sociedade. O material orienta, por exemplo, a evitar termos que minimizem a violência e reforça a necessidade de dar protagonismo às vítimas, sem expô-las ou culpabilizá-las.

Veja vídeo:

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