DO REPÓRTER MT
O juiz da 2ª Vara de Execuções Penais, Geraldo Fidélis Neto, mais uma vez criticou o fechamento do antigo Centro de Custódia da Capital (CCC), onde ficavam os presos de nível superior. A unidade foi desativada em janeiro deste ano, bem como o antigo Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC). Todos os presos das duas unidades foram encaminhados para a Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande.
“Grande problema foi o fechamento do CCC. Ao fechar o CCC e tirar as pessoas lá de dentro, deixou a situação intranqüila”, disse ao explicar que autorizou a transferência de Carlinhos Bezerra da Penitenciária Central do Estado (PCE) para a Penitenciária da Mata Grande, em Rondonópolis.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
Fidélis disse ainda que a permanência de Carlinhos Bezerra na PCE gerava uma situação de intranqüilidade até porque ele não tem perfil de preso da unidade.
“A PCE é a unidade mais tensa de Mato Grosso, é a de maior segurança e, dentro dela, tem que ter o perfil adequado para permanecer lá. Ele levava intranquilidade por toda a história (do duplo homicídio)”, afirmou.














Benedito da costa 05/02/2023
Pois é magistrado! O senhor sabendo do fechamento, não fez nada. Agora o senhor quer criticar, não usou sua autoridade jurídica. Portanto não tem direito de criticar o fechamento, talvez voltar atrás e reverter a ação.
Afonsão 05/02/2023
Os presos da PCE são santinhos, já os da Mata Grande..
2 comentários