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O ex-secretário da Casa Civil, o advogado Paulo Taques, foi preso pelo Gaeco nesta quarta-feira (9).
DA REDAÇÃO
O desembargador do Tribunal de Justiça, José Zuquim apontou em sua decisão, que culminou na Operação Bônus, segunda fase da Operação Bereré, na quarta-feira (9), que o advogado e ex-secretário da Casa Civil, Paulo Taques utilizou o conhecimento jurídico que possui para criar "engenhosas artimanhas" para maquiar propina recebida da EIG Mercados.
Paulo Taques foi preso nesta quarta-feira (9) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). No pedido, o Gaeco afirmou que o advogado teria recebido propina de R$ 2,6 milhões para manter o contrato da EIG com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) durante o Governo Pedro Taques (PSDB).
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