KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
Auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de Mato Grosso encontraram uma fraude contábil, na ordem de R$ 158 milhões, na prestação de contas de obras, entre elas da Copa do Mundo da Fifa 2014.
A fraude desmascarada, seria de que a Setpu empenhou R$ 158 milhões de recursos, em 2014, mas não pagou e nem deixou em restos a pagar, ficando a dúvida sobre o destino desta quantia milionária.
De acordo com o TCE, essa fraude teria relação com o pronunciamento do governador Pedro Taques (PSDB), que, início da gestão, este ano, disse publicamente que o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), deixou a conta única do Estado praticamente zerada.
A fraude contábil, detectada na extinta Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu), conduzida ano passado pelo secretário Cinésio Nunes de Oliveira, teria mascarado que a gestão de então empenhou o recursos, em 2014, mas não pagou e nem deixou em restos a pagar, ficando a dúvida sobre o destino desta quantia milionária.
Nesta terça-feira (24), o TCE julgou as contas da gestão da Setpu irregulares, impondo multa, determinações e recomendações, mas houve debate na Casa e conflito de ideias quanto à punição do secretário Cinésio., por isso o conselheiro Novelli pediu vistas do processo
Seguindo o parecer do Ministério Público de Contas, o relator do processo, conselheiro Antônio Joaquim, apresentou, na última sessão do TCE, nesta terça-feira (24), o voto, julgando as contas da gestão da Setpu irregulares, impondo multa, determinações e recomendações. Mas houve debate na Casa e conflito de ideias quanto à punição do secretário Cinésio. Sendo assim, o conselheiro José Carlos Novelli pediu vistas do processo, para ver se chegam a um acordo e ele deve ser recolocado na pauta da sessão da próxima terça (1).
O
tentou falar com o ex-secretário Cinésio, mas nenhuma ligação foi atendida até o fechamento desta matéria.
O relator do processo, conselheiro Antônio Joaquim, disse ao
que não tem uma lista de obras mais relevante, que possam estar envolvidas no caso, uma vez que são muitas e há entre as irregularidades também serviços. Na visão dele, a gravidade do caso tem a ver com a forma de mascarar a prestação de contas. "Isso que é muito grave", destaca.














