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O juiz Jeferson Schnneider liberou Eder de participar das audiências, assim como Silval, Blairo e Riva.
DA REDAÇÃO
O juiz federal Jeferson Schneider concedeu nesta quinta-feira (24), a dispensa de Eder Moraes, a pedido do próprio réu para não participar das quatro audiências que acontecem hoje, sexta-feira (25) e nos dias 31 e 1 de agosto, onde as testemunhas de defesa devem dar depoimentos sobre os quatro réus envolvidos nas investigações da Operação Ararath.
Ainda não há informações da Justiça Federal sobre o destino de Eder, que depois de dois meses no presídio da Papuda, em Brasília, chegou a Cuiabá, no fim da tarde desta quarta-feira (23), especificamente para participar das audiências em questão. Desde que chegou à Capital, Eder está no anexo da Polinter, onde divide a cela com o mensaleiro Pedro Henry.
Na mesma decisão, Schnneider também deferiu a substituição do governador Silval Barbosa (PMDB), pelo auditor-geral do Estado, José Alves Pereira Filho, para ser ouvido como testemunha de testemunha de defesa do ex-secretário.
A explicação é que como Silval é investigado já pelo STF, ele não poderia ser arrolado como testmunha de defesa. A mesma situação foi estendida para o deputado estadual José Riva (PSD) e para o senador Blairo Maggi (PR), que também foram arrolados como testemunhas e foram dispensados de participar das audiências.
Nesta quarta, os advogados de Eder informaram que haviam entrado com mais dois pedidos de Hábeas Corpus e também o pedido para que Eder fique em Cuiabá até que se esgotem os depoimentos.
Nas audiências desta quinta e sexta, testemunhas de defesa darão depoimento em favor dos réus Laura Dias, mulher de Eder, Vivaldo Lopes, Luiz Cussiol, e o próprio Eder Moraes. Segundo o advogado de defesa de um dos réus, 34 pessoas foram convocadas como testemunhas de defesa para participar das quatro audiências.

















