DA REDAÇÃO
O desembargador Rui Ramos acaba de ser eleito o novo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para administrar a instituição no biênio 2017-2018.
Ele recebeu 16 votos, enquanto o outro candidato, desembargador Juvenal Pereira recebeu 13 votos de seus pares,, durante sessão do Tribunal Pleno, na tarde desta quinta-feira (20).
A vice-presidente do novo biênio será a desembargadora Marilsen Andrade Addario, que recebeu 22 votos.
Para a chefia da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ), ganhou a desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, que era a única concorrente, com 28 votos.
A sessão de posse da nova diretoria eleita será realizada no dia 19 de dezembro, e o efetivo exercício dos eleitos se dará no dia 1º de janeiro de 2017.
Atualmente, o TJMT é presidido pelo desembargador Paulo da Cunha, que deixa o mandato em 31 de dezembro. Também compõem o atual staff as desembargadoras Clarice Claudino da Silva (vice-presidente) e Maria Erotides Kneip (corregedora-geral da Justiça).
RepórterMT
Os três desembargadores eleitos.
Conheça os gestores eleitos
Presidente Rui Ramos Ribeiro
Nascido na cidade de Bauru (SP), o desembargador Rui Ramos Ribeiro tem 58 anos. Graduou-se na Faculdade de Direito de Bauru – Instituto Toledo de Ensino, em 1982, e passou a fazer parte da magistratura de Mato Grosso como juiz de Direito em 4 de dezembro de 1986. Iniciou a carreira na Comarca de Rosário Oeste (128 km ao norte de Cuiabá) e passou pelas comarcas de Pontes e Lacerda, Diamantino e Cáceres, até ser promovido à Capital em 1993.
Atuou como juiz da Vara Especializada da Justiça Militar (1993 a 1996), 6ª Vara Criminal (1996 a 2003), diretor do Fórum Criminal (1998 e 1999), juiz convocado para compor Câmaras Criminais Isoladas, Reunidas e Tribunal Pleno (1994 a 2003), juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça (1999 a 2001), e juiz substituto de Segundo Grau (2003 a 2004).
Por merecimento, em 16 de dezembro de 2004, foi promovido a desembargador do TJMT, tendo atuado como diretor da Esmagis entre os anos de 2009 e 2011 e vice-diretor de 2007 a 2009. Foi nomeado pela Corregedoria Nacional de Justiça como coordenador regional da região Centro-Oeste e Estado de Minas Gerais entre os anos de 2014 e 2015 e atuou como desembargador auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça no período de dezembro de 2015 a julho de 2016, por nomeação da ministra Nancy Andrighi.
Vice-presidente eleita, desembargadora Marilsen Andrade.
Vice-presidente Marilsen Andrade Addario
A desembargadora Marilsen Andrade Addario nasceu em Tupã (SP) em 1º de julho de 1962 e formou-se em Direito pela Faculdade da Alta Paulista (Fadap), em sua cidade natal, em 1984. Em 1988 foi aprovada em concurso público para a magistratura estadual. Exerceu a judicatura nas comarcas de Alto Garças, Jaciara, Barra do Garças, Várzea Grande e Cuiabá. Respondeu também como designada pelas comarcas de Alto Araguaia, Itiquira e Pedra Preta.
Por merecimento, foi promovida ao cargo de desembargadora do TJMT, tomando posse em 11 de novembro de 2012. Nesse mesmo ano foi convocada para atuar na 2ª Câmara Cível de Direito Privado.
Corregedora-geral Maria Aparecida Ribeiro
Corregedora-geral eleita, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro.
A desembargadora Maria Aparecida Ribeiro nasceu em Santa Vitória (MG), em 8 de maio de 1950. Concluiu o curso de Direito em 1975, na Faculdade de Direito de Uberlândia. Foi aprovada em concurso público para magistratura em 1984 e empossada juíza de direito substituta em 11 de dezembro de 1985, iniciando as atividades na Comarca de Rondonópolis. Ela também jurisdicionou nas comarcas de Nova Xavantina, Várzea Grande e Cuiabá. Como juíza, exerceu a magistratura de Primeiro Grau por 27 anos, sendo promovida por merecimento ao cargo de desembargadora do TJMT em 8 de outubro de 2012. Atualmente integra a Terceira Câmara Cível de Direito Público.






















Esmeralda B. Santana 20/10/2016
Parabéns, Desembargador Rui Ramos... O senhor tem o histórico de um grande e irrelevante serviço prestado a este Estado... Agora, pelo amor de tudo o que é mais sagrado nesse mundo, dá uma chacoalhada na Sexta Vara Cível de Cuiabá... Tem processos encalhados lá há mais de seis anos sem nenhuma previsão de desfecho...
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