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24 de Julho de 2014, 16h:55 - A | A

JUDICIÁRIO / AUDIÊNCIA NA JUSTIÇA FEDERAL

Procurador reforça participação de Eder em crimes de lavagem de dinheiro e explica Ararath

Ele disse que após essas oitivas, que são quatro, os acusados serão os próximos a serem ouvidos por Schneider.

RepórterMT

Procurador da República Ronaldo Queiroz explica a situação da Operação Ararath na Justiça Federal

Procurador da República Ronaldo Queiroz explica a situação da Operação Ararath na Justiça Federal

DA REDAÇÃO



O procurador da República, Ronaldo Queiroz, falou com os jornalistas antes do início da audiência onde testemunhas de defesa dariam depoimentos ao juiz da Justiça Federal, Jeferson Schneider, na tarde desta quinta-feira (24). Queiroz fez um breve relato sobre a situação da Operação Ararath. Ele disse que após essas oitivas, que são quatro, os acusados serão os próximos a serem ouvidos por Schneider.

A operação Ararath investiga crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, agir como se instituição financeira fosse, corrupção ativa, corrupção ativa, falsidade ideológica e falsificação de documento público.

O procurador afirmou que no depoimento do delator do esquema, o empresário Gércio Marcelino Medonça Júnior, o ex-secretário Eder Moraes foi colocado como o ‘operador do sistema financeiro’.

VEJA A DECLARAÇÃO DO PROCURADOR

O advogado do ex-secretário adjunto da Casa Civil, Vivaldo Lopes, também falou com a imprensa. Ele voltou a dizer que Lopes é inocente, que oito pessoas foram arroladas como testemunhas de defesa de Vivaldo e que a conta bancária dele teria sido usada por Eder Moraes apenas por causa de uma situação de dívida trabalhista que o Mixto passava. E que o dinheiro entrou e saiu da conta dele por esta razão.

VEJA A DECLARAÇÃO DO ADVOGADO ULISSES RABANEDA

PERMANÊNCIA DE EDER EM CUIABÁ

O delegado da Polícia Federal informou ao Juiz da Quinta Vara da Justiça Federal de Mato Grosso, Jeferson Scnheider, que Eder Moraes, não retornará mais ao presídio da Papuda, em Brasília. O comunicado foi feito via por meio de documento e distribuido na tarde desta quinta-feira (24) à imprensa na Justiça Federal.

De acordo com a informação, o local onde Moraes estava preso vai ser desativado no dia 31 de julho, terceiro dia de audiência aqui em Cuiabá, na Justiça Federal, portanto, Eder estaria aqui na Capital. Com essa decisão, o réu vai continuar a sua detenção aqui no Centro de Custódia (anexo da Polinter), no mesmo local onde se encontra preso o ex-deputado federal Pedro Henry, condenado no processo do Mensalão.

AUDITOR-GERAL DO ESTADO SUBSTITUI SILVAL BARBOSA COMO TESTEMUNHA DE DEFESA DE EDER 

O auditor-geral do Estado, José Alves Pereira Filho, será a nova testemunha de defesa do ex-secretário Eder Moraes, agora preso no Centro de Custódia (anexo da Polinter), em Cuiabá, no caso que investiga crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, agir como se instituição financeira fosse, corrupção ativa, corrupção ativa, falsidade ideológica e falsificação de documento público. José Alves entra no lugar de Silval Barbosa (PMDB), já que o governador, que também é investigado pelo STF, não pode figurar como testemunha do caso.

 

 

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