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O principal réu do processo, Eder Mores, disse que iria questionar o benefício do agiota junto à Justiça
MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
O agiota e dono da rede de postos de combustíveis Gércio Marcelino Júnior Mendonça, o Júnior Mendonça, que é delator do processo referente a crimes financeiros e lavagem de dinheiro investigados na operação Ararath, fugiu da imprensa na tarde desta quinta-feira (12), após ser ouvido pela Justiça Federal como testemunha de acusação do ex-secretário de Estado, Eder Moraes, principal réu do processo, que teve início em 2014.
Esta é a segunda vez que Mendonça, diferente das outras testemunhas e réus da Ararath, chega e sai da sede da Justiça Federal para depor contra Moraes, usando uma passagem lateral sem passar pela entrada principal, evitando declarações à imprensa. Surpreendido por um pequeno grupo de jornalistas na passagem externa, o delator, acompanhado de seus advogados, disse apenas que não tinha nada a declarar e se apressou rumo ao estacionamento.
“Acho que o principal hoje que deve ter medo de prisão é o delator, porque ele mentiu na delação. Ela [delação] por si só e pelos fatos que estão aí, já está derrubada, basta o Ministério Público ter olhos mais clínicos".
O principal réu do processo, Eder Mores disse que iria questionar o benefício do agiota junto à Justiça e frisou que a delação premiada de Mendonça estaria “por um fio”, assim como sua liberdade.
“Acho que o principal hoje que deve ter medo de prisão é o delator, porque ele mentiu na delação. Ela [delação] por si só e pelos fatos que estão aí já está derrubada, basta o Ministério Público ter olhos mais clínicos para isso”, disparou.
O ex-secretário também aproveitou para negar que tenha interesse em ocupar o posto de delator do processo, para se livrar de uma segunda prisão.
"O que deixa boquiaberto a todos é que o beneficiário disso não foi indiciado e na delação premiada dele, ele não relatou esse fato,ou seja, ele escondeu esses atos".
“Não faço nenhum tipo de delação porque quem faz delação é réu confesso. Eu não sou réu confesso”, argumentou.
Além de mentir, Eder afirma que Mendonça esconderia atos, referente a seu envolvimento em um suposto esquema denunciado de concessão de benefícios fiscais a empresários do ramo de transportes. Segundo Eder, este seria o fator que poderia derrubar a delação.
“O que chama a atenção e deixa boquiaberto a todos que estão assistindo a esse processo é que o beneficiário disso não foi indiciado e na delação premiada dele, ele não relatou esse fato. Na delação que ele fez ao Ministério Público Federal, ou seja, ele escondeu esses atos", comentou.
O réu da Ararath ainda frisou que haveria conivência por parte do MP.
O Ministério Público é ciente que ele escondeu esses atos e sequer indiciou ele dessa situação. Então, são coisas que no devido processo legal nós vamos desconstruir tudo isso”, declarou.
Nesta quinta-feira, a ex-mulher do delator Júnior Mendonça, a colunista social, Kharina Nogueira, também depôs como testemunha, mas de defesa de Eder Moraes.
Ela se limitou a dizer apenas que suas declarações devem contribuir para provar que o agiota estaria mentindo e ocultando fatos. Kharina, que denunciou o esquema, é a principal esperança de Eder, que disse que irá arrolá-la como testemunha para todas as audiências.
Carlos Dorileo
Mendonça entrou e saiu por corredor externo da Justiça Federal evitando a imprensa.
Também foram ouvidas outras quatro testemunhas de defesa.
O PROCESSO
O processo em questão é apenas um dos vários desencadeados pela Operação Ararath. No caso são réus: o ex-secretário de Estado de Fazenda, Éder Moraes, e os advogados Kleber Tocantins Matos e Alex Tocantins Matos, denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por lavagem de dinheiro, corrupção ativa (advogados) e corrupção passiva (ex-secretário).
O caso envolve ainda o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), quando ele ainda era vice-governador, e o delator da Ararath, Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o Júnior Mendonça.
A denúncia em questão seria um esquema de cartas precatórias que envolveria um esquema de R$ 19 milhões.
Conforme o MPF, Éder Moraes e os irmãos Tocantins combinaram e executaram o pagamento do precatório em benefício da empresa Hidrapar Engenharia Civil Ltda, violando a ordem cronológica de quitação do Governo do Estado em troca de mais de R$ 5 milhões em propina.
Esse valor, ainda de acordo com investigações do MPF, seria usado para sanar dívidas de campanha eleitoral e para abastecer o “caixa-dois” do grupo político do qual Éder fazia parte.


















MODISTA 13/03/2015
OLHA SÓ O EDER MORAES É O CARA QUE MELHOR SE VESTE EM MATO GROSSO, O CARA DEVE TER UM "PERSONAL STYLE" SEMPRE ELEGANTE E MUITO BONITO, REALMENTE CHAMA ATENÇÃO A FORMACOMO ELE SE VESTE E SE APRESENTA... AGORA ESSE JUNIOR MENDONÇA PELO AMOR DE DEUS QUE CARA MAIS BREGA, VESTE MAL PRA BURRO ... PRONTO FALEI !!!
LU 13/03/2015
Dois fanfarrões mesmo.. essas praga devia ta bem longe já.. socorro viu..
FALEI 13/03/2015
ESSE EDER É UM FANFARRÃO.. VAZA DAQUI EDER .. ESSE JR É OUTRO FANFARRÃO.. DEVIAM OS DOIS ESTAR PRESOS
wilson 13/03/2015
E vamos lá, vamos todos abastecer nos postos desse cara! Tá barato Tá barato! Vamos colocar nosso limpo dinheirinho na lavanderia do moço!
MANIÇOBA 31 12/03/2015
PARABENS A ESTA JORNALSTA , EXCELENTE REDAÇÃO E NOTICIA BEM CONSISTENTE. E DE JORNALISTAS ASSIM QUE MT PRECISA IMPARCIAL NA NOTICIA. PARABENS AO SITE REPORTERMT...
JEISIANE 12/03/2015
Vejam bem , presta bem atenção , mas muita atenção mesmo, guarda bem o que vou falar: esse JUNIOR MENDONÇA AINDA VAI ENVOLVER O MINISTERIO PUBLICO FEDERAL E ESTADUAL , NO MAIOR ESCANDALO DE MT , POR PROTEÇÃO ERRONEA , MAS CONSCIENTE. aguardem e verão a profecia se confirmar. OUVI FALAR QUE OS MEBROS DO MPF JA ESTAO ARREPENDIDOS E EXAGERARAM NA PROTETIVA DELE E JA PENSAM E PEDIR PRISAO.... PRENDAM ESSE MENTIROSO LOGO......
QUER SABER 12/03/2015
QUER SABER , O EDER MORAES , TEM RAZAO TA MUITO ESTRANHO TUDO ISSO. NA LAVA JATO TODOS OS DELATORES FORAM PRESOS... MAS AQUI O MPF E DIFERENTE DO MPF DE LA... E TOMA PREMIO PRA TURMA/CONDECORAÇÕES E TAL...
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