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As obras do VLT estão paradas desde o fim de 2014. Em janeiro, o governador Taques determinou auditoria na obra orçada em R$ 1,477 bilhão.
KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
A equipe do governador Pedro Taques (PDT), que está conduzindo as obras da Copa do Mundo ainda não conclusas, decidiu que, para finalizar o VLT, o consórcio de cinco empresas responsáveis pelo empreendimento deve cumprir o contrato firmado sem pagamentos aditivos, conforme o solicitado.
Para começar, o Estado determina que terá que ser executado todo o serviço que já foi pago pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB), ou seja, R$ 1.066 bilhão do total de R$ 1,4 bilhão, valor contratual total.
Para começar, o Estado determina que terá que ser executado todo o serviço que já foi pago pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB), ou seja, R$ 1.066 bilhão do total de R$ 1,4 bilhão, valor contratual total. Conforme o governo Taques, o Consórcio só executou 17% dos serviços contratuais. Deve ainda corrigir as diversas falhas detectadas até agora.
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O governo também não aceita fazer um reequilíbrio financeiro. Um relatório da Controladoria Geral do Estado (CGE) concluiu que é indevido o reajuste de R$ 94,7 milhões no contrato solicitado pelo Consórcio VLT.
Um relatório da Controladoria Geral do Estado (CGE) concluiu que é indevido o reajuste de R$ 94,7 milhões no contrato solicitado pelo Consórcio VLT.
O Consórcio pleiteava 'reequilíbrio econômico financeiro' sob a alegação de aumento de custos (mão de obra e materiais) na obra em razão do atraso na execução do empreendimento.
As partes buscam entrar em acordo, por intermediação da justiça federal, que deu 75 dias para que houvesem negociações em prol da retomada dos trabalhos, que estão parados desde dezembro de 2014.
Este prazo, que foi estabelecido em uma primeira audiência de conciliação de conciliação dia 7 de abril, terminou.
O governo do Estado protocolou nesta segunda-feira (22) um documento cobrando que o Consórcio cumpra o contrato e o grupo, por sua vez, pediu mais 30 dias, para tentar novas conversações.
O juiz Ciro José de Andrade, da 1ª Vara Federal de Mato Grosso, agora, mediante esta situação, deve marcar nova audiência de conciliação.
O juiz Ciro José de Andrade, da 1ª Vara Federal de Mato Grosso, agora, mediante esta situação, deve marcar nova audiência de conciliação.
As obras do VLT estão paradas desde o fim de 2014. Em janeiro, o governador Taques determinou auditoria na obra orçada em R$ 1,477 bilhão. Os relatórios apontaram omissão dos gestores da obra, desequilíbrio nos pagamentos feitos pelo Estado e diversos problemas ligados à construção.














Nelson 23/06/2015
Conciliação é o escambau! A justiça tem que mandar cumprir o contrato!!
Paulo Jorge 23/06/2015
Esse cabra macho que tem o nome de Pedro Taques é dos meus mano.O cara tá certinho. A contratação desses serviços de mobilidade urbana para a famigerada copa(que fiasco),foi feia pelo regime de RDC(corriga-me se estiver errado), ou seja não tem aditivos e nem ajustes em hipótese alguma. Os manos do consórcio que se virem, ou serão presos(é só aguardar).
2 comentários