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16 de Novembro de 2014, 21h:58 - A | A

GERAL / FAIXA VERDE

Sistema de estacionamento contará com aplicativo de venda por celular. Serão 1000 vagas de estacionamento disponibilizadas. A hora custará R$ 3

O preço dos estacionamentos deve ser fixado em torno de R$ 3,00 a hora.

ANA ADÉLIA JÁCOMO
DA REDAÇÃO



O procurador-geral do município, Rogério Gallo, afirmou ao RepórterMT que o sistema de estacionamento rotativo Faixa Verde passará a vender os créditos por meio de um aplicativo de celular, disponível a partir do terceiro trimestre de 2015.

A ideia, segundo ele, é facilitar a venda dos bilhetes que darão direito a até 30 minutos de estacionamento nas áreas centrais e principais avenidas de Cuiabá. Para Gallo, a informatização do sistema irá permitir que os usuários adquiram os bilhetes antecipadamente.

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O prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) vai sancionar a lei na próxima terça-feira (18), que já foi aprovada pela Câmara de Vereadores. A licitação para contratar a empresa que fará a gestão, sinalização, controle e os investimentos em tecnologia ocorre ainda este ano, segundo Gallo, com data de 100 dias para finalização.

“Portanto, é para o primeiro trimestre de 2015. Há uma grande reclamação quanto às vagas públicas. Se você não tem um controle dessas vagas, as pessoas que trabalham na região param os carros de manhã e ficam até o final dia, prejudicando a rotatividade”, avaliou o procurador.

O preço dos estacionamentos deve ser fixado em torno de R$ 3,00 a hora, pessoas com graves patologias terão gratuidade, e idosos terão a garantia de 5% de todas as vagas. Na área central da cidade, existem aproximadamente mil vagas que serão disponibilizadas para o sistema. Idosos e portadores de necessidades especiais precisam realizar cadastramento na prefeitura.

“O valor da cobrança será inferior ao valor que é pago em estacionamentos privados, porque o objetivo é controlar o fluxo e ter uma sustentação financeira. Vai funcionar, mais ou menos, como é hoje o sistema de transporte público com a bilhetagem eletrônica. Quanto menos dinheiro circulando nas ruas, é melhor, dá mais segurança”, completou Gallo.

Desativado desde 2012, a proposta voltou por meio de Projeto de Lei do Executivo. O sistema foi suspenso por notificação recomendatória do Ministério Público Estadual (MPE) à Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte Urbano de Cuiabá (SMTU), após o contrato de concessão de gestão, na época de responsabilidade da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), ser extinto. 

Agora, a prefeitura deve fazer o projeto de licitação para concessão do serviço em Cuiabá. O dinheiro arrecadado será utilizado para melhorias do trânsito na Capital.

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