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05 de Julho de 2022, 10h:17 - A | A

GERAL / "ELES ERAM AMIGOS"

Sindicalista: Pistola usada por agente morto na noite do crime foi vendida a ele por Paccola

“O Alexandre conhece ele [Paccola] há tempos. Quando ele entrou no sistema socioeducativo e foi nomeado, o que ele fez? Como nós temos o direito, ele foi lá [na Força e Honra] e adquiriu a pistola com o vereador".

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Paulo Cézar conta que Alexandre tinha costume de ir ao estande de tiros de Paccola nos fins de semana

Paulo Cézar conta que Alexandre tinha costume de ir ao estande de tiros de Paccola nos fins de semana

APARECIDO CARMO
DAFFINY DELGADO



"Alexandre Miyagawa e o vereador Marcos Paccola (Republicanos) eram amigos". A afirmação foi feita pelo presidente do Sindicato dos Agentes Socioeducativos de Mato Grosso (Sindpss), Paulo Cezar de Souza, durante manifestação realizada em frente à Câmara Municipal de Cuiabá, na manhã desta terça-feira (5).

Segundo Paulo Cezar, a pistola que Alexandre usava, inclusive, foi comprada com o vereador, por um preço menor, justamente pela proximidade que tinham. Paccola é sócio da empresa Força e Honra, que conta com estande para atiradores esportivos e loja de armamentos.

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De acordo com o presidente do sindicato, Alexandre também costumava frequentar o estande de tiros de Paccola aos fins de semana.

“O Alexandre conhece ele há tempos. Quando ele entrou no sistema socioeducativo, foi nomeado, o que ele fez? Como nós temos o direito, temos lei que nos ampara sobre o uso da arma de fogo, ele foi lá e adquiriu a pistola com o vereador. Como o vereador é amigo dele, é amigo dele, fez um valor para ele que nós, outras pessoas, não conseguem pagar o valor que ele pagou na pistola com o vereador. Quase todo sábado que ele estava de folga, ele convidava os colegas para ir lá atirar com a pistola dele (...) Lá no estande do vereador”, disse Paulo Cezar à imprensa.

A afirmação contradiz a versão apresentada por Paccola, que disse conhecer Alexandre Miyagawa "apenas de vista".

“A polícia civil, tenho certeza, vai esclarecer e vai deixar tudo isso em pratos limpos. Pq fica feio para a nossa capital se a Câmara não tomar nenhuma atitude em relação a esse vereador. Vai ficar feio demais”, finalizou o presidente do sindicato.

Outro lado

Em nota, a assessoria do vereador Marcos Paccola negou que o parlamentar conhecia Alexandre Miyagawa. Além disso, afirmou que o presidente do sindicato confundiu o vereador com o gerente da Loja de Armas.

Confira:

Em resposta a matéria de que Paccola conhecia o agente Alexandre Miyagawa e inclusive teria vendido um armas de fogo para a vítima, Paccola afirma que não era amigo e não se lembra de ter tido qualquer tipo de contato com Alexcandre antes do fato ocorrido e que o Presidente do Sindicato dos Agentes Socioeducativo, Paulo César, está cometendo um equívoco confundindo o Vereador Tenente Coronel Paccola, com o Gerente da Loja de Armas.

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José Eduardo 05/07/2022

O fato dele ter adquirido a arma na Força e Honra não ia torna amigos. Compro materiais lá vez ou outra e não conheço o Pacolla

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KLEBER JUNIOR DA SILVA 05/07/2022

INFELIZMENTE E MAIS UM CASO QUE VAI VIRAR ESTATÍSTICA. ELE COMO PROFISSIONAL E ATIRADOR ESPORTIVO TERIA TODA DESTREZA DE ATIRAR EM MEMBROS DE MENOR IMPACTO. MAS O FATO ERA ABATER. MATAR. NÃO TIRANDO A CULPA DO AGENTE CARCEREIRO EM CAUSAR TRANSTORNO NA VIA. MAS NÃO ACABA COM CRIME CAUSANDO OUTRO CRIME. EU TERIA ATIRADO NA MAO OU PERNAS. E O MIMIMI DE ELE TERIA O DEVER DE CUIDAR DO PROBLEMA DA POLICIA, ELE DEVERIA CUIDAR DO PROBLEMA DELE E LIGAR PARA POLICIA IR ATE LA.

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