KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
Há dois anos o Colégio Liceu Cuiabano, uma das escolas estaduais de referência em Mato Grosso, instalou ar condicionado em todas as salas de aula.
O resultado disso, conforme a coordenadora pedagógica do período vespertino, Edenilzes Vailant, foi que os alunos estão mais atentos e os professores menos estressados.
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Cuiabá é uma das capitais mais quentes do Brasil e o interior do estado também registra altas temperaturas quase o ano todo. “Ar condicionado aqui não é luxo, é necessidade”, afirma a coordenadora do Liceu Cuiabano.
“Conseguimos depois de muita luta. Antes, quando não tinha climatização nas salas, a gurizada já chegava super agitada, principalmente nesta época do ano que é muito quente. O calor dava sono, cansaço e com certeza essa situação atrapalhava, diminuindo o tempo de ensino e aprendizagem. Só temos uma hora de aula e precisamos aproveitar bem este tempo. Hoje em dia os alunos chegam e já querem entrar na sala de aula, porque ela é fresquinha. Os professores também trabalham melhor”, afirma Edenilzes.
Cuiabá é uma das capitais mais quentes do Brasil e o interior do estado também registra altas temperaturas quase o ano todo. “Ar condicionado aqui não é luxo, é necessidade”, afirma Edenilzes.
O Liceu Cuiabano é uma das 536 escolas estaduais que têm ar condicionado.
Conforme o secretário, o governo tem recursos para instalar ar condicionado ainda este ano em 85 escolas, mas ainda faltaria em 132, na capital e interior.
Na manhã desta quarta-feira (19), o governador Pedro Taques (sem partido) e o secretário de Estado de Educação, Permínio Pinto, se reuniram com o diretor presidente da concessionária de energia em Mato Grosso, a Energisa, Wilson Couto, para pedir apoio no sentido de implantar um programa de climatização que chegue nas outras 217 unidades, onde alunos e professores ainda passam calor em sala de aula.
Conforme o secretário, o governo tem recursos para instalar ar condicionado ainda este ano em 85 escolas, mas ainda faltaria em 132, na capital e interior.
O Estado precisa de 6.950 aparelhos.
O diretor da Energisa, Wilson Couto Oliveira, ao final da reunião, afirmou que o início dos serviços será definido em uma reunião com a equipe técnica da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a ser realizada nos próximos dias. Conforme Oliveira, a equipe traçará uma estratégia para atender os pontos prioritários, de acordo com a disponibilidade da rede.
O secretário Permínio frisou que a demanda foi observada durante visitas às unidades escolares, tanto da capital quanto do interior. Em pouco mais de sete meses de gestão, 51 instituições foram visitadas pelo governador e 128 receberam o secretário de Educação. A falta de climatização das salas de aula foi um dos principais problemas apontados.
De acordo com o governo do Estado os trabalhos não deverão afetar a comunidade escolar, pois poderão ser executados aos finais de semana.
Com Assessoria














