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28 de Fevereiro de 2015, 11h:00 - A | A

GERAL / NÃO SAIU DO PAPEL

Estado entra na Justiça por trincheira que complicou trânsito em VG

A trincheira, que deveria ser construída ao lado do viaduto Dom Orlando Chaves, não teria saído do papel por um erro grave no viaduto construído pela empresa Sanches Tripoloni, que impediu que as obras fossem interligadas

Reprodução

A trincheira, que devia ser construída ao lado do viaduto Dom Orlando Chaves, estava orçada em 18 milhões.

A trincheira, que devia ser construída ao lado do viaduto Dom Orlando Chaves, estava orçada em 18 milhões.

MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO



O ‘sumiço’ da trincheira do 0km, em Várzea Grande, que deveria ter sido construída ao lado do viaduto Dom Orlando Chaves, na Avenida da Feb, mas não saiu do papel, estaria rendendo uma ação judicial, conforme declarou o governador Pedro Taques (PDT), em entrevista esta semana.

“No viaduto Dom Orlando chaves, no Cristo Rei, ali sumiu uma trincheira. Nós precisamos saber onde está essa trincheira".

“No viaduto Dom Orlando chaves, no Cristo Rei, ali sumiu uma trincheira. Nós precisamos saber onde está essa trincheira. O Estado de Mato Grosso vai cobrar isso e já está cobrando na  Justiça”, declarou no programa de rádio Chamada Geral, com Lino Rossi.

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De acordo com o secretário do Gabinete de Projetos Estratégicos, Gustavo Oliveira, a obra que estava na matriz de responsabilidade apresentada à Fifa, foi orçada por cerca de R$ 18 milhões, a mesma não teria sido paga, mas a gestão passada não teria dado explicações da não realização da obra.

"Se tecnicamente havia grande necessidade para a construção de uma trincheira de R$ 18 milhões, como é que ela pode ser suprimida e isso não ser claramente conversado com a sociedade?".

“Ela não foi executada por uma série de problemas técnicos e  obviamente não foi paga, mas a questão que nós colocamos  é se tecnicamente havia grande necessidade para a construção de uma trincheira de R$ 18 milhões como é que ela pode ser suprimida e isso não ser claramente conversado com a sociedade? E pior, não há um projeto hoje para supressão dessa trincheira”, frisou Gustavo durante a audiência pública sobre o VLT.

A falta da construção causou um verdadeiro “nó” no trânsito da região, obrigando os motoristas a fazerem um percurso maior, e o governo estuda ‘saídas’ para “desfazer o nó”.

“Como é que fica o tráfego ali no viaduto, embaixo do 0km? A solução obvia todo mundo conhece que é quem vem do aeroporto tem que passar no viaduto, entrar no Cristo Rei e subir por ele,  ao invés de poder converter à esquerda. Mas hoje efetivamente nós não temos esse detalhamento de qual é a solução final. Na nossa visão teria que ser feita uma pista, uma terceira faixa para permitir a desaceleração de quem vai entrar e a aceleração de quem sai do viaduto”, explicou Gustavo.

O PROBLEMA

A trincheira não teria saído do papel por um erro grave no viaduto construído pela empresa Sanches Tripoloni, que impediu que as obras fossem interligadas, dando passagem ao VLT sem qualquer intervenção no trânsito.

O problema se deu quando um pilar do viaduto foi construído no lugar errado, impedindo a construção da trincheira e de uma rotatória, que seria feita em outro nível para a passagem de veículos. Como o conjunto de obras não ficou completo, o trânsito ficou complicado e até hoje a empresa, ou responsável pelo projeto, não recebeu qualquer penalidade.

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Eduardo 02/03/2015

Nenhum morador ou comerciante foi informado sobre o projeto, simplesmente ordem de despejo. Sou comerciante ao lado do viaduto Dom Orlando Chaves, onde perdemos 8 Mt de terreno construído, tivemos que pagar para quebrar nosso próprio COMERCIO, e até hoje não tivemos INDENIZAÇÃO, todos os comerciantes foram despejados, muitos viviam do aluguel e hoje estão com o prédio vazio, digo todo quebrado, e ainda pagando financiamento que fez para quebrar o tinha, afinal a SECOPA quebrava tudo, não somente os 8 ou 10 metros que tomou dos contribuintes, e o PREFEITO WALACE, não fez NADA, e ainda cobra IPTU de terreno perdido e construção desapropriada pela SECOPA. UMA VERGONHA, PAIS DE FAMILIA FORAM ENGANADOS, HOJE PAGANDO ALUGUEL PARA MORAR COM DIGNIDADE, E GASTANDO O QUE NÃO EM PARA ENTRAR NO JUSTIÇA PARA "TENTAR" RECEBER DA SECOPA A INDENIZAÇÃO, QUE É OUTRA VERGONHA, SE DESMANCHA UM IMOVÉL DE r$ 300.000,00, PORQUE COLOCAM NO PROCESSO QUE QUANDO IRÁ PAGAR SERÁ R$ 118.000,00. --> SILVAL, BANDO DA SECOPA, MINISTÉRIO PUBLICO, DESEMBARGADORES E JUÍZES, TODOS PARTILHARAM E OCULTARAM AS SAFADEZAS QUE FIZERAM COM FAMILIAS DE COMERCIANTES A MAIS DE 30 ANOS NO LOCAL, INCLUSIVE O QUE DIZ PREFEITO WALLACE. ASS.COMERCIANTES NA AVENIDA DOM ORLANDO CHAVES, VG, ATÉ HOJE COM AS PORTAS FECHADAS, SEM DINHEIRO PARA RECONSTRUIR E SEM ESPERANÇA DE INDENIZAÇÃO DA SECOPA E GOVERNO DE MT. A MERCE DOS FINANCIAMENTOS DE BANCO PRIVADOS PARA TENTAR PAGAR OS IMPOSTOS DESSA TERRA SEM LEI PARA O PUBLICO, SOMENTE PARA O GOVERNO !

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Marlon Cesar 01/03/2015

Ainda bem que foram coisas "do" Mato Grosso, ou seja, por pessoas que moram aqui mas não são daqui, pois, se fossem feitas por pessoas nascidas aqui em Cuiabá ou Várzea Grande, seria coisas "de" Mato Grosso. Então, tá certa quem comentou pelo facebook.

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benedito costa 28/02/2015

Falta a conclusão da parte de baixo pra que vem do zero km com acesso ao cristo rei e quem optar por retornar pra cuiabá ou várzea grande como é o caso do tijucal que tem acesso pra todos os lados.

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3 comentários