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06 de Dezembro de 2014, 17h:10 - A | A

GERAL / FIM DE FESTA

Após14 anos, 'Natal da Família' é cancelado por Silval; faltou dinheiro

O tradicional evento que teve início na gestão do então governador Dante de Oliveira (in memoriam), teria custado na última edição (2013), cerca de R$ 2 milhões para sua realização.

DA REDAÇÃO



Após 14 anos consecutivos, Cuiabá deve ficar sem o tradicional evento de Natal que atraía milhares de visitantes todos os anos para conferir a ‘chegada do Papai Noel’, assim como os diversos ambientes decorados com bonecos animatrônicos que contavam as lendas e história da data.

O motivo:  falta de dinheiro no fim do mandato de Silval Barbosa (PMDB). O tradicional evento, que teve início na gestão do então governador Dante de Oliveira (morto em 2006), custou, na última edição (2013), cerca de R$ 2 milhões.

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A festa natalina, que durava duas semanas, foi batizada de Natal das Crianças na gestão de Blairo Maggi (PR) e teve o nome de Natal da Família, no governo de Silval Barbosa (PMDB).

Sem o evento, Estado não deve realizar a arrecadação de alimentos e distribuição de cestas básicas já que, a 20 dias do Natal, não há nenhuma movimentação nesse sentido, da Secretaria de Trabalho, Emprego e Assistência Social (Setas), comandada por Jean Esteves.

O evento, que estava sendo realizado no Parque da Acrimat, empregava cerca de 500 pessoas e oferecia a possibilidade de um lucro extra para quem participava da feira de artesanatos do local, ou oferecia serviço de alimentação.

A proprietária da empresa que costumava realizar o evento, Carlina Jacob, lamenta que Mato Grosso estava prestes a passar a lucrar com turismo através do evento.

“Esse evento vem crescendo e poderia se tornar uma tradição. Hoje, Gramado (RS) ganha muita ‘grana’ só em função do Natal. A ideia é ir crescendo e transformar Cuiabá justamente nessa referência, porque a gente tem até uma inscrição já no Guinsess Book, para comprovar de termos o maior presépio em tamanho natural do mundo. Já imaginou quanto  isso poderia render turisticamente e financeiramente? Isso poderia se reverter em dinheiro para o estado, mas é uma história que tem que se criar”, declarou.

 

 

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