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26 de Setembro de 2026

29 de Junho de 2024, 17h:50 - A | A

ENTREVISTA / MACONHA EMBURRECE

Médico: Decisão do STF em liberar droga nega a ciência e cria um bando de retardados

Segundo o médico Werley Peres, estudos comprovam que o uso de maconha provoca alterações cognitivas, queima neurônios e diminui o QI.

Repórter MT

Para o especialista, a descriminalização é uma afronta à ciência, desconsiderando as pesquisas que comprovam os males do uso da droga.

Para o especialista, a descriminalização é uma afronta à ciência, desconsiderando as pesquisas que comprovam os males do uso da droga.

KARINE ARRUDA
DO REPÓRTER MT



A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal tem deixado especialistas preocupados. Isso porque a deliberação da Suprema Corte vem sendo encarada como uma afronta à ciência e a todos os estudos que comprovam os males do consumo dessa droga no Brasil e nos demais países.

Em entrevista ao RepórterMT, o doutor Werley Peres, que é médico da família e pós-graduado em psiquiatria, afirmou que o STF errou em sua decisão, haja visto que a descriminalização do porte é uma forma de facilitar o acesso à maconha. Além disso, para ele, o Supremo falhou em não considerar os estudos que retratam os impactos da droga na saúde dos usuários e dependentes químicos.

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“A maconha literalmente queima o neurônio, emburrece, destrói o cérebro do adolescente, do jovem e do adulto que usa [...] Infelizmente, nesse caso, eles erraram porque não é justo, à luz da ciência, condenar nosso jovens a ter um QI menor e aumentar a massa de manobra, talvez a intenção só pode ser essa: aumentar a massa de manobra, que já tá grande demais aqui, e vão criar um bando de retardados”, pontuou o especialista.

Confira trecho da entrevista:

Assista o conteúdo na íntegra:

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