DA REDAÇÃO
Deveria ter completado, no último domingo (31), cinco anos em funcionamento em Cuiabá e Várzea Grande o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT).
Só em 2018, a manutenção do modal ‘fantasma’ e seus 40 vagões, expostos ao sol e à chuva, consumiram R$ 58,1 milhões dos cofres públicos.
Sem perspectiva de conclusão, atualmente a obra acumula dívida de R$ 317 milhões, 4 e se tornou ícone concreto de má gestão e corrupção em Mato Grosso. O destino da obra ainda é incerto, mas o governador Mauro Mendes (DEM) já deu sinais de que sua conclusão é inviável.
A tendência é que siga os mesmos passos do metrô de Salvador, cuja obra ficou mais de 20 anos parada, só tendo seu primeiro trecho pronto por causa da Copa de 2014. A inauguração do sistema ocorreu em 11 de junho de 2014, em fase de testes. Já a operação comercial iniciou-se em 2 de janeiro de 2016.
















CHIRRÃO 01/04/2019
Teria que fazer o SILVAL, OS DEPUTADOS, OS CONSELHEIROS DO TCE,O PROCURADOR DO ESTADO pagarem a conta. NINGUÉM FISCALIZOU AS OBRAS, BILHÕES JOGADOS FORA.. VERGONHA VERGONHA....
Eduardo Pedroso 01/04/2019
Aproveita o estado de calamidade financeira e vende essas porcarias de vagões que já estão ficando velhos e não espere estragar pra jogar fora. Mostra que tem côco entre as pernas e vende isso. Pega o dinheiro e invista na saúde , no PS e Santa Casa que o resultado jamais será questionado,mas pra isso tem que ter Côco !!! isso se tiver competência pra gerir o dinheiro também né... Caso contrario mais uma gestão pateta para MT.
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