DA REDAÇÃO
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso protagonizaram uma cena, no mínimo, inusitada ao iniciarem uma discussão, com direito a troca de acusações e ofensas durante uma sessão da Corte, em Brasília.
Mendes estava citando o caos vivido no Rio de Janeiro, quando Barroso ironizou dizendo que achou que ele estava falando de Mato Grosso, “onde todo mundo está preso”.
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“Aliás, nós prendemos. Tem gente que solta”, disse Barroso. Mendes rebateu dizendo que o colega, logo que entrou no STF, mandou soltar o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu.
Barroso então afirmou que Mendes tem "parceria com a leniência" diante dos crimes de colarinho branco e "não trabalha com a verdade". Este, por sua vez, disse não ser "advogado de bandidos internacionais”.
“Vossa Excelência está queixoso porque perdeu o caso dos precatórios e está ocupando o tempo do plenário com um assunto que não é pertinente para destilar esse ódio constante que vossa excelência tem, e agora o dirige contra o Rio. Vossa excelência devia ouvir a última música do Chico Buarque: "a raiva é filha do medo e mãe da covardia". Vossa excelência fica destilando ódio o tempo inteiro! Não julga, não fala coisas racionais, articuladas, sempre fala coisa contra alguém, está sempre com ódio de alguém, está sempre com raiva de alguém. Use um argumento, o mérito do argumento”, disse Barroso.
























