DA REDAÇÃO
O candidato ao Senado, ex-governador Pedro Taques (Solidariedade), teve mandado de segurança negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite desta terça-feira (3). Taques questionava anotação de inelegibilidade no cadastro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT). Os ministros entenderam que o ato administrativo do TRE precisa ser combatido em Mato Grosso e não no Tribunal Superior.
Apenas dois ministros votaram a favor de Taques, o presidente da sessão, Edson Fachin e Marco Aurélio.
O ex-governador teve candidatura barrada por ter sido multado em R$ 50 mil por realizar a Caravana da Transformação em ano eleitoral. Por isso, ele teve anotação de inelegibilidade no cadastro do TRE, o que motivou o indeferimento da candidatura pelo Tribunal Regional.
Após a decisão, o candidato gravou vídeo afirmando que ainda é candidato e que não vai desistir. Ele lembrou que o TSE ainda deverá julgar uma Ação Incidental, que poderá reverter a decisão do TRE. O candidato disse também que os ministros entenderam que a anotação de inelegibilidade é "meramente consultivo" e que ele não está inelegível.
















