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Um primeiro contrato divulgado no Diário Oficial do Estado previa o valor de R$ 74 mil pelos serviços de apenas 60 dias.
DA REDAÇÃO
Além de já ser condenado a 69 anos de prisão pelo processo da Operação Ararath, além de figurar como réu em uma nova acusação de que estaria ‘escondendo’ seu patrimônio, o ex-secretário de Estado, Eder Moraes, que está preso no Centro de Custódia da Capital acaba de receber mais uma ‘cobrança’ da Justiça.
Eder pode ter de devolver pouco mais de R$ 45 mil aos cofres públicos, devido à denúncia de superfaturamento na compra do relógio apresentado como um ‘cronômetro’ que exibia à população cuiabana quantos dias faltavam para a Copa do Mundo.
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Um primeiro contrato divulgado no Diário Oficial do Estado previa o valor de R$ 74 mil pelos serviços de apenas 60 dias.
A ação civil pública foi protocolada pelo Ministério Público.
Eder era secretário da Secopa, quando foi adquirido o "relógio da Copa", como ficou conhecido. A aquisição visava marcar a contagem regressiva dos 1000 dias restantes para o início da Copa do Mundo de 2014.

















