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29 de Julho de 2026, 16h:30 - A | A

VARIEDADES / LAR, NADA DOCE LAR

"Perfeito para famílias", diz anúncio de imóvel onde Matsunaga matou marido

O apartamento de luxo, localizado na Vila Leopoldina, zona oeste de SP, tem 340 m², 5 quartos e uma taxa de condomínio de R$ 6.087 por mês

Imobiliária Quinto Andar

Cobertura onde Elize Matsunaga matou o marido tem 340 m², cinco quartos e está à venda por R$ 2,8 milhões, em São Paulo.

Cobertura onde Elize Matsunaga matou o marido tem 340 m², cinco quartos e está à venda por R$ 2,8 milhões, em São Paulo.

Metrópoles



A cobertura de luxo pertencente a Marcos Matsunaga, herdeiro das indústrias Yoki que foi morto e esquartejado pela ex-esposa Elize Matsunaga, foi colocada à venda pela família.

O apartamento de 340m² tem 5 quartos, 5 banheiros, 4 vagas na garagem e está à venda por R$ 2,8 milhões no site de vendas e aluguéis imobiliários QuintoAndarO imóvel fica localizado na Rua Carlos Weber, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo.

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Na descrição da cobertura, colocada no site, os anunciantes afirmam que o apartamento é uma ótima escolha para quem busca qualidade de vida, conforto e conveniência.

“Localizado em São Paulo, este espaçoso apartamento oferece 340 metros quadrados de conforto e comodidades excepcionais. Com cinco quartos, é perfeito para famílias grandes ou para quem busca espaço extra.”

Relembre o caso

  • Em maio de 2012, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, herdeiro e diretor da Yoki , foi assassinado e esquarteja pela esposa, Elize.

  • Mais tarde, em depoimento à polícia, ela confessou o crime e foi condenada a 19 anos, 11 meses e 1 dia de reclusão em regime fechado por homicídio qualificado (por dificultar a defesa da vítima) e ocultação de cadáver.

  • Elize Matsunaga contou que descobriu traições do marido por meio de um detetive particular e os dois teriam discutido. Ela atirou à queima-roupa, mas laudos periciais indicam que o empresário ainda estava vivo no início do esquartejamento e que a causa da morte foi asfixia decorrente da degola.

  • O corpo foi dividido em pedaços, colocado em malas e abandonado em uma região de mata em Cotia (SP). Elize cumpriu parte da pena no presídio de Tremembé (SP). Anos mais tarde, foi para o regime aberto.

  • Hoje, tenta reconstruir a vida em liberdade condicional e rever a filha, que está com 16 anos e mora com os avós paterno.

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