PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
O PDT de Mato Grosso vai convidar o médico e ex-vereador Lúdio Cabral, hoje filiado no PT, e que já foi derrotado nas disputas tanto para ser disputar a Prefeitura de Cuiabá no ano que vem.
Foi o que admitiu na manhã desta quarta-feira (01-7) o presidente regional do PDT, deputado Estadual Zeca Viana.
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O convite somente será efetivado se o governador Pedro Taques (PDT) realmente confirmar sua saída da legenda, conforme ele vem 'costurando' nas últimas semanas.
Mas para o parlamentar, o convite somente será efetivado se o governador Pedro Taques (PDT) realmente confirmar sua saída da legenda, conforme ele vem 'costurando' nas últimas semanas.
“O Pedro saindo eu vou convidar o Lúdio sim, para vir para o partido. Ele é um nome que já se consolidou na política, um nome que tem um potencial de voto muito bom para, para ser prefeito e para ser governador.
Cabral foi candidato ao Palácio Paiaguás, em 2014, perdendo para o atual chefe do Executivo, Pedro Taques, a quem o petista antes, durante e depois das eleições somente teceu críticas.
Para Zeca, no PDT não há lugar para Taques e Cabral. “Duas onças num capão só, não convivem”, analisou.
Zeca, ao contrário do que se esperava, não deve amargar debandada de lideranças pedetistas, com o intuito de acompanhar Taques para uma nova sigla.
Para Zeca, no PDT não há lugar para Taques e Cabral. “Duas onças num capão só, não convivem”, analisou.
O dirigente foi ainda mais adiante, quando alegou ser “uma desculpa” a alegação do governador de que teria problemas com a Executiva Nacional do PDT. “Na verdade ele está é com uma desculpa, essa foi uma forma dele de dizer que está insatisfeito é conosco aqui [do PDT] de Mato Grosso”, emendou.
E como Lúdio, pelo PT, foi adversário ferrenho do PDT de Taques na eleição passada, lideranças pedetistas, como prefeitos e vereadores de Mato Grosso, estão sinalizando que não deixarão a sigla, caso o governador a deixe por outra legenda, mas ainda não avaliaram o fator Lúdio, ou seja, a direção do PDT ainda não sabe se suas lideranças aceitariam Cabral devido às indisposições causadas pelas críticas de campanha, disparadas pelo petista no pleito eleitoral passado.
“Mas política é que nem nuvem. Uma hora está de um jeito, na outra hora está de outro. E eu acho que coerência é a personalidade do próprio Ludio. Ele sabe qual é filosofia do partido, então se ele se enquadrar, não teremos problema”, esmiuçou o presidente, condenando o uso do partido em forma de trampolim “e lá na frente somente, vir dizer que suas idéias divergem da filosofia do partido, e não é assim, a gente tem quer um pouco de gratidão”.
Zeca anunciou que em breve promoverá uma reunião da executiva pedetista para discutir esses assuntos.
“É claro que se a maioria achar que não deve [aceitar Lúdio], a gente terá que respeitar essa posição “, completou.














