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A afirmação de Taques foi feita durante entrevista ao Programa Conexão Poder, da TV Pantanal (22), que foi ao ar no último domingo (27).
RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
As dificuldades e os problemas econômicos não terminarão com a mudança de ano. E antes da 'virada' já começam a refletir em 2016. Por isso, o governador Pedro Taques (PSDB) deve promover, já no primeiro semestre do próximo ano, uma nova reforma administrativa em sua gestão, além de enxugar ainda mais a folha de pagamento do Estado por meio de demissões voluntárias. O tucano também promete extinguir órgãos e autarquias para enfrentar uma crise, segundo os especialistas políticos econômicos, pior que a vivida atualmente.
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Pedro Taques que completa um ano à frente do Palácio Paiaguás, no próximo dia 1° de janeiro, tem que garantir o cumprimento da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) que hoje ultrapassou em quase R$ 240 milhões o limite exigido por lei com a folha de servidores públicos
As afirmações de Taques foram feitas durante entrevista ao Programa Conexão Poder, da TV Pantanal (22), que foi ao ar no último domingo (27).
Pedro Taques que completa um ano à frente do Palácio Paiaguás, no próximo dia 1° de janeiro, tem que garantir o cumprimento da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) que hoje ultrapassou em quase R$ 240 milhões o limite exigido por lei com a folha de servidores públicos. Neste caso, o governador disse que já está tomando medidas para resolver o problema, entre elas, poderá colocar em prática o chamado Plano de Demissão Voluntária (PDV).
“Nenhuma decisão dessas será tomada sem o debate com o fórum sindical, que reúne os Sindicatos. Já fizemos essa discussão e se neste ano que se inicia, nós apresentarmos um projeto para que isso seja feito, será o Programa de Demissão Voluntária. Não será [demissão ] compulsória”, esclareceu o tucano.
Já fizemos essa discussão e se neste ano que se inicia, nós apresentarmos um projeto para que isso seja feito, será o Programa de Demissão Voluntária. Não será [demissão ] compulsória”, esclareceu o tucano.
Só em 2015, o governo demitiu mais de mil servidores, porém, não foi suficiente, por isso há conversas com trabalhadores de alguns setores, como é o caso da Empaer. "Nós já tivemos conversa sobre isso porque são servidores que já colaboraram com o Estado e isso é voluntário. Nós precisamos diminuir cargos comissionados. Já diminuímos muito, mais de mil. Precisamos sim, diminuir mais cargos comissionados”.
Apenas reduzir os gastos com pessoal não será suficiente para diminuir o custeio da máquina, por esse motivo, Taques pretende cortar postos de trabalho. Ele já enviou aos deputados estaduais algumas propostas para extinguir órgãos e autarquia menos importantes em seu governo. “Existem maneiras de se fazer isso com o enxugamento da máquina. A METAMAT gasta R$ 13 milhões por ano, qual o beneficio? Qual é o retorno para sociedade? Mato Grosso precisa de uma empresa chamada MT Gás?" frisou o governador.
“Existem maneiras de se fazer isso com o enxugamento da máquina. A METAMAT gasta R$ 13 milhões por ano, qual o beneficio? Qual é o retorno para sociedade? Mato Grosso precisa de uma empresa chamada MT Gás?" frisou o governador.
Para cumprir a decisão, o governador pediu estudos para descobrir qual é a real necessidade dos órgãos já citados que podem virar superintendência da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Já o MT Fomento também pode passar por adequações. “O MT Fomento é uma instituição que recebe autorização do Banco Central, nós precisamos de uma empresa de fomento, agora ela não precisa ser só MT Fomento. Nós temos um programa chamado 'Desenvolve Mato Grosso' que nós teremos uma área de fomento para o microcrédito, além de fazer prospecção de negócios porque precisamos trazer investidores para o Estado”, garante Taques.
Outro órgão do governo que está na ‘mira’ do governador é o Centro de Processamento de Dados de Mato Grosso, o Cepromat. "Hoje não existe mais processamento de dados, isso me lembra a impressora matricial, hoje nós temos o projeto MTI que vai tratar de inovação e tecnologia”, conclui na entrevista.
LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL
Dados apontam que as despesas com pessoal, em 2015, atingiram 51,20% do orçamento, antes havia a esperança de que o "rombo" fosse de 49,6%, um pouco acima do limite prudencial e emergencial, pré-estabelecidos que é de 49%, ou seja, R$ 5,318 bilhões. Porém, o Estado gastou cerca de R$ 200 milhões a mais.
CONFIRA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA:














Pocus Ocus 31/12/2015
ATÉ QUE ENFIM VAI EXTINGUIR AQUELE ORGAO INUTIL E CARO CHAMADO CEPROMAT. ONDE SAO FEITAS NEGOCIATAS COM GRANDES EMPRESAS, MUITA GENTE FICOU MILIONARIA ALI. QUERO VER GENTE PRESA QUE PASSOUS POR ALI E RAPOU O TACHO. LUGAR LETARGICO, NINGUEM DESENVOLVE NADA. APENAS COMPRA POR MILHOES. PARABENS PEDRO TAQUES
bonifacio 31/12/2015
Dom Pedrito Malvadeza seguindo a cartilha neo-liberal tucana, propoe arrocho para cima dos servidores públicos que tanto acreditaram em sua falacias de campanha. A proposta de alteração da data de pagamento dos servidores e nova mudança no pagamento do decimo terceiro é uma afronta aos trabalhadores do estado. O multimidia Dom pedrito malvadeza que gasta horrores com propaganda e calou toda a imprensa do estado (exceção a voce Muvuca), com vultuosas verbas de "ZELO", até o momento nada mostrou de concreto ao povo matogrossense, não entregou nenhuma obra, a saude publica esta um caos, a segurança publica beira ao abismo, com indices maiores que o estado de São paulo..proporcionalmente e o pior, vive de fazer turismo. Enquanto grande parte dos governadores dos estados mais importantes economicamente estão em Brasilia, lutando e negociando por melhores condições para os estados, Dom pedrito malvadeza esta em terras portuguesas, com certeza curtindo as belas paisagens e os vinhos da terra mãe(portugal) seguindo um roteiro oferecido por Wilson Santos, conhecedor das belas paragens. Governador vai trabalhar um pouco, deixa de ser midiatico, já se passou um ano e nada foi feito, as prisoes efetuadas são meritos da justiça e voce quer colher os louros com a desgraça alheia. Venha trabalhar Dom Pedrito Malvadeza.
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