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Taques disse que parte da reforma será feita por meio de decreto, e será assinado na sua posse, que será realizada na próxima quinta-feira (1/1/15) às 10h, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.
ABDALLA ZAROUR
DA REDAÇÃO
O governador eleito Pedro Taques (PDT) não encaminhou à Assembleia Legislativa a reforma administrativa que deve começar a valer a partir de primeiro de janeiro de 2015, quando começa o novo governo.
Taques disse que parte da reforma será feita por meio de decreto, e será assinado na sua posse, que será realizada na próxima quinta-feira (1/1/15) às 10h, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.
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O pedetista recusou convocar uma sessão extraordinária para que a Assembleia Legislativa pudesse apreciar a outra parte da reforma administrativa.
"Riva é gente de peso, os outros não contam muito. Não vai entrar numa negociação com Riva agora, como ele (Riva) não tem nada a perder agora, pode impor um desgaste"
Segundo o governador, para isso, ele tem amparo das Constituições Federal e Estadual, mas argumentou que deve aguardar a próxima legislatura.
“Nós não temos a ideia de fazer no mês de janeiro, vamos aguardar a próxima legislatura que se inicia no dia primeiro de fevereiro”, comentou.
A reforma administrativa proposta por Taques diminui a quantidade do número atual de secretárias, que hoje é em torno de 24 para 17 pastas.
SEM CONFRONTO
Sobre essa situação, o analista político João Edisom de Souza avaliou que o fato de Taques não encaminhar a reforma administrativa para a Assembleia Legislativa votar seria por uma possível ‘insegurança’ com o atual quadro de deputados.
“Ele pode estar muito inseguro da forma como a Assembleia Legislativa está composta agora. Essa indicação da mulher do Riva (para o TCE que não aconteceu por decisão do STF), o Riva ainda mandando na ALMT, me parece que ele (Taques) não quer entrar para ‘negociar’. Eu (Taques) não quero 'negociar', então eu (Taques) quero ficar às margens disso”, comentou o profissional.
Para o analista, Taques teria que ‘negociar’ a aprovação da reforma administrativa com deputados que não terão mais mandato, um deles seria José Riva.
“Riva é gente de peso, os outros não contam muito. Não vai entrar numa negociação com Riva agora, como ele (Riva) não tem nada a perder agora, pode impor um desgaste ao governo. E ele (Taques) pra evitar esse desgaste faz a reforma por decreto, e o que dá para esperar eu (Taques) espero uma nova legislatura. Isso é muito mais uma sensação do que uma certeza, avaliou o analista.













