PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
Mesmo ainda não sabendo o que fazer com o VLT- Veículo Leve sobre Trilhos – o governador Pedro Taques (PSDB), já sinalizou que desistir da conclusão da obra pode causar desgaste à sua gestão e, nesse sentido, vai pedir ajuda ao ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD), que vem a Mato Grosso no próximo dia 04 de fevereiro.
"O que vou fazer com R$ 700 milhões em vagões?” Vamos ver se ele [Kassab] pode nos ajudar também quanto ao resultado desse estudo sobre o VLT", disse Taques
“O Kassab vem. Nós apresentamos um projeto a ele sobre o Córrego do Canivete, lá em Rondonópolis, também sobre a [ Avenida] Tancredo Neves em Cáceres; a Filinto Muller que liga o centro de Várzea Grande ao bairro São Mateus, uma ciclovia aqui em Cuiabá na estrada de Santo Antônio de Leverger e outra na estrada de Chapada e também vamos tratar com ele sobre o VLT”, disse o governador.
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Questionado sobre um eventual “Plano B”, para o caso de inviabilidade de retomada das obras do VLT, Taques não quis apontar nenhum outro caminho diferente e sustentou que vai aguardar o término dos estuddos que estão sendo realizados em três etapas, pela KPMG, empresa de consultoria que acaba de entregar a primeira dessas etapas.
“Não vou jantar antes de almoçar. Preciso desse relatório para primeiro saber sobre essa viabillidade ou não. O que vou fazer com R$ 700 milhões de vagões?”, indagou, apontando a necessidade de aguardar a conclusão das outras duas etapas do estudo. "Vamos ver se ele pode nos ajudar também quanto ao resultado desse estudo sobre o VLT", disse Taques.
O governador lembrou que o modelo tarifário vai depender também da licitação que o prefeito Mauro Mendes (PSB) fará em Cuiabá, já que essa é uma orientação do MPE e esse valor tarifário também terá que considerar o transporte intermunicipal entre a Capital Várzea Grande.














