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Taques frisou que votou contra o PDT apoiar Dilma e que entende que seu partido não é um “puxadinho do PT”.
MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
O governador eleito Pedro Taques (PDT) disparou contra as promessas feitas pelo governo do PT a Mato Grosso e descartou qualquer possibilidade de que o estado possa vir a ser prejudicado porque ele mesmo filiado a um partido da base aliada da presidente Dilma Rousseff (PT), decidiu declarar apoio à candidatura de Aécio Neves à presidência da República.
“Veja a desindustrialização do Brasil, os indicadores macroeconômicos internacionais. Veja o nosso PIB. Veja as promessas que foram feitas para a infraestrutura em Mato Grosso. Só 17% do PAC do estado de está concluído. Veja a Ferrovia da Integração do Centro Oeste que foram feitas promessas e não cumpriram. Aliás eu e o senador Jayme Campos votamos contra o trem bala e favorável à Fico. Veja a não chegada da Ferronorte à Cuiabá. Veja a não duplicação até Santarém. As promessas para Mato Grosso de infraestrutura foram feitas e não foram cumpridas”, criticou.
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"Mato Grosso é um estado que ajuda muito o Brasil, nós sustentamos a balança comercial".
Para Taques não há o que temer quanto à retaliações, caso Dilma vença, já que Mato Grosso produz 25% do que o Brasil consome em alimentos.
“Mato Grosso infelizmente não tem recebido do governo federal oque precisa e não adianta dizerem que Mato Grosso pode se prejudicar. Mato Grosso é um estado que ajuda muito o Brasil, nós sustentamos a balança comercial. O Brasil precisa do estado de Mato Grosso e o estado de Mato Grosso vai se colocar na posição que o Brasil deve entender, a posição de importância do nosso estado no contexto da federação”, argumentou.
Quanto à sua decisão de apoiar Aécio Neves, que vai contra o posicionamento nacional de seu partido Taques frisou que votou contra o PDT apoiar Dilma e que entende que seu partido não é um “puxadinho do PT” portanto está tranquilo quanto à sua decisão.
“Eu comuniquei a direção nacional do PDT junto com outros senadores o senador Cristóvão Buarque (PE), o senador Reguffe (RJ) e o senador Lasier Martins (RS), agora partidariamente se quiserem tomar providencias que tomem as providencias legais”, pontuou.













