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17 de Novembro de 2014, 19h:23 - A | A

POLÍTICA / CONEXÃO PODER

Taques anuncia demissões e diz que Estado não vai gastar com pessoas que não trabalham

A preocupação do próximo chefe do Executivo circula em torno da cifra de R$ 1. 200 bilhão, que segundo ele seria o déficit do Estado apontado por sua equipe de transição. Os números seriam extraoficiais.

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"Faltam R$ 1 bilhão e R$ 200 milhões de reais, por isso precisamos aumentar impostos. Não existe essa possibilidade agora".

MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO



Frisando que os cortes de gastos previstos pela equipe de transição de sua gestão passam pela redução de pessoal, o governador eleito Pedro Taques (PDT) deixou claro, em entrevista ao programa Conexão Poder, no último domingo (16), que estão na “mira” os cerca de seis mil servidores comissionados do Estado.

“Quando digo reduzir o tamanho do Estado, eu digo não investir no que não interessa para o cidadão. Não investir em gastos desnecessários, não investir em pessoas que não trabalham. Precisamos diminuir o número de servidores daqueles que são chamados de DGA, ou comissionados. É lógico que precisamos de servidores comissionados, mas não nesse número que existe hoje no estado de Mato Grosso”, declarou.

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A preocupação do próximo chefe do Executivo circula em torno da cifra de R$ 1. 200 bilhão, que segundo ele seria o déficit do Estado apontado por sua equipe de transição. Os números seriam extraoficiais.

“Alguns dados do governo atual revelam que não será esse valor, mas a nossa equipe chegou a esse déficit”, frisou.

"Faltam R$ 1 bilhão e R$ 200 milhões de reais, por isso precisamos aumentar impostos. Não existe essa possibilidade agora".

Na lista de medidas que podem ser adotadas para reduzir o custeio do Estado, em cerca de 10%, além da proposta de junção de Secretarias, o governador eleito também citou a necessidade de realizar uma auditoria para saber onde e como o Estado está gastando mal, e conforme suas declarações não descarta o aumento de impostos, logo que a recessão financeira permitir.

“Isso significa que nós  temos que gastar com custeio, precisamos de investimentos e temos pouco dinheiro para isso. Faltam R$ 1 bilhão e R$ 200 milhões de reais, por isso precisamos aumentar impostos. Não existe essa possibilidade agora, tendo em vista a retração da economia e o valor das alíquotas de ICMS de energia, por exemplo, do combustível e da telecomunicação, portanto nós temos que cortar gastos”, ressaltou.

 

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Cuiabano 17/11/2014

Governador Taques, até quem não votou no Sr. está torcendo para que seja feliz na composição do seu secretariado e nas medidas para enfrentar os saques efetuados ao caixa do Estado pela atual administração. Trata-se de salvar a própria pele, pois se o Estado fracassar vai todo mundo junto, comércio, indústria e serviços, e daí vai levar tempo pra pegar o ritmo outra vez.

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