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14 de Janeiro de 2016, 19h:46 - A | A

POLÍTICA / SÃO CINCO ÍTENS

Taques acata exigências e WS continua líder do governo na Assembleia

Wilson Santos exigiu cinco ítens do Executivo para permanecer na função, entre eles o uso de servidores do estado em seu gabinete

Reprodução

Wilson continua como líder do governo Taques na Assembleia em 2016.

Wilson continua como líder do governo Taques na Assembleia em 2016.

RAFAEL DE SOUSA
PAULO COELHO



Após cogitar sua saída da liderança do governo na Assembleia Legislativa este ano, o deputado Wilson Santos (PSDB) mudou de ideia a acertou, nesta quinta-feira (14), sua permanecia como líder do governador Pedro Taques (mesmo partido) ao longo de 2016.

O tucano disse ao que o governador aceitou cinco propostas para que ele permaneça na função. “Nós fizemos algumas condicionantes que foram aceitas, então eu permaneço com líder do governo na Assembleia neste ano de 2016”, confirmou Wilson.

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O parlamentar pediu que Estado realize uma reunião mensal entre a base aliada e o governador Pedro Taques para discutir política, além de outro encontro, este bimestral, entre a base e o secretariado. “Nós nunca fizemos isso ao longo de 2015 e nós sentimos necessidade desse entrosamento”, contou o líder do Executivo estadual.

“Nós fizemos algumas condicionantes que foram aceitas, então eu permaneço com líder do governo na Assembleia neste ano de 2016”, confirmou Wilson.

No ano passado, houve muita reclamação da Assembleia Legislativa em relação à condução política do secretariado de Taques. Com um perfil mais técnico, ocorreu, segundo alguns deputados, falhas na comunicação do Executivo, porém, Wilson considera o fato como natural porque se trata do primeiro ano de governo. “O Taques nunca tinha ocupado a função de Executivo e fez uma escolha por um secretariado técnico. Os partidos não tiveram nenhuma participação para a escolha do primeiro escalão, foram escolhas individuais do governador. Leva-se um tempo para esse aprendizado. Com essas reuniões acordadas agora com o governador e com todo secretariado, eu não tenho dúvida que nós vamos entrar em sintonia fina”, acrescentou o líder do governador.

Outra exigência foi justamente a permanência de Leonardo Albuquerque na vice-liderança. “Eu fiz questão que ele continue. É jovem, é um talento, uma promessa para o futuro de Mato Grosso”, defendeu.

Wilson também terá mais autonomia para tomar algumas decisões sobre pleitos dos parlamentares em um plano razoável. Outra exigência foi justamente a permanência de Leonardo Albuquerque na vice-liderança. “Eu fiz questão que ele continue. É jovem, é um talento, uma promessa para o futuro de Mato Grosso”, defendeu.

Segundo o deputado, seu quinto pedido foi à destinação de servidores do estado para seu gabinete da liderança. Wilson afirmou que é preciso colocar profissionais para ajudar os dois líderes, principalmente, para avaliar as mensagens do governo que vão passar pela aprovação dos deputados. “É um respaldo técnico para acompanhar as mensagens do governo. No ano passado eu fiz todo esse acompanhamento com o meu pessoal. Houve um sacrifício da minha equipe, contrata para, a princípio, atender o gabinete individual e quase todos os funcionários acabaram destinados ao trabalho do Executivo”, disse o tucano.

Wilson Santos é investigado pelo MPE por, supostamente, ter recebido propina de empreiteiro na condução do Programa Poeira Zero, quando era prefeito de Cuiabá. 

 

 

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