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07 de Junho de 2016, 14h:16 - A | A

POLÍTICA / ENTRAVE SEM FIM

Sem receber emendas de 2015, deputados fazem comissão para agilizar liberação

Cada deputado estadual pode indicar para este ano R$ 4,8 milhões, valor foi definido pela Assembleia

Assessoria/AL

O líder do governo, deputado Wilson Santos, diz que

O líder do governo, deputado Wilson Santos, diz que "já está nos finalmente para pagar".

NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO



Com uma dívida com deputados estaduais relacionadas às emendas parlamentares de 2015, um grupo deles foi destacado para agilizar, junto ao Poder Executivo, a liberação do montante referente ao ano passado. Estes 'penduricalhos' têm causado mal estar com 'respingo' na relação entre governo e parlamentares.

Wilson Santos (PSDB), justifica a falta de liberação destes recursos a fatores como a inadimplência do município e a projetos mal feitos. “Já está nos finalmente para pagar o que falta de 2015”, disse o tucano.

As emendas parlamentares representam hoje o elo entre o deputado e a base, que, às vezes vê neste tipo de atuação a solução para diversos problemas de infraestrutura no município.  Além de “mostrar serviço”, é uma forma de o deputado ser sempre lembrado junto ao eleitorado.

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Cada parlamentar teve direito de indicar R$ 1,7 milhão. O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, reconheceu durante entrevista ao programa Conexão Poder, exibido pela TV Pantanal domingo (05), que o governo ainda tem que liberar recursos de emendas. Porém, citou que deve apenas um montante pequeno e a poucos deputados.

Para evitar que o valor não seja praticado dentro do ano e sem previsão de ser executado, os deputados Pedro Satélite (PSD), Baiano Filho (PSDB) e Silvano Amaral (PMDB) fazem parte de uma comissão que tem o objetivo de agilizar a liberação dessas emendas.

Na sexta-feira (03), estes deputados tiveram uma reunião com o governo para adotar as providências para agilizar a liberação destes recursos. “É uma forma de o governo chegar mais longe ao cidadão. É um trabalho conjunto com o deputado”, disse  Taques.

O líder do governo na Assembleia Legislativa, Wilson Santos (PSDB), justifica a falta de liberação destes recursos a fatores como a inadimplência do município e a projetos mal feitos. “Já está nos finalmente para pagar o que falta de 2015”, disse o tucano. 

Para este ano, ficou decidido que cada deputado poderá indicar R$ 4,8 milhões em emendas. Com um valor bem acima do praticado no ano passado, aliado à crise econômica estabelecida no Estado, o temor é que o governo não consiga cumprir com as emendas, embora sejam tachadas de emendas impositivas.

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