PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
A maior de todas as crises vigentes no país é a crise moral. Essa é a opinião do deputado federal Adilton Sachetti (PSB), que nessa entrevista exclusiva ao
, também avalia a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), ação essa que chegou a ser apreciada e até avaliada pela maioria dos deputados na Câmara Federal, mas que agora terá que ser refeita devio à "interferência" do Supremo Tribunal Federal (STF), que obrigou a Câmara a realizar nova sessão para deliberar sobre a proposta de impedimento da presidente petista.
A situação delicada do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), os relatórios contra Dilma, as denúncias contra Cunha e a posição do PSB numa nova votação interna (aberta) sobre o processo de impedimento da presidente da República, também são analisados por Adilton Sachetti.
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Ex-prefeito de Rondonópolis, Sachetti que também é produtor rural avalia ainda tanto a crise econômica e seus efeitos para o estado de Mato Grosso, a questão política, as composições para o palanque de 2016 no que se refere à sucessão de cada município, o governo Pedro Taques (PSDB - aliado); o governo municipal o também socialista prefeito Mauro Mendes, em Cuiabá, as vedações e restrições em termos de alianças para o pleito de 2016 e as formas políticas e administrativas de governar, tanto o estado, como os municípios.
Adilton Sachetti, que ainda responde a questionamentos ligados às obras da Copa de 2014, já que ele foi dirigente da, hoje extinta Agecopa, do governo do Estado. Houve propina na escolha de Cuiabá como subsede da Copa? E o VLT, por quê foi escolhido sendo que ele, Sachetti e o próprio ex-governador Blairo Maggi defendiam outro o modal, o BRT?
As respostas estão aqui. ASSISTA A ENTREVISTA COMPLETA COM ADILTON SACHETTI:














