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24 de Outubro de 2015, 14h:00 - A | A

POLÍTICA / NOVELA DO VLT

Mendes diz que Consórcio não consegue tocar obra e quer nova licitação

Mauro Mendes (PSB), voltou a pedir a quebra do contrato com o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande - formado pelas empresas Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda.

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O prefeito argumenta que o consórcio já demonstrou por várias vezes, não possuir as condições para concluir uma obra desse porte.

O prefeito argumenta que o consórcio já demonstrou por várias vezes, não possuir as condições para concluir uma obra desse porte.

DA REDAÇÃO



Depois de afirmar que o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) não andaria um metro sequer até a Copa do Mundo, contrariando o discurso do ex-governador do Estado, Silval Barbosa (PMDB), o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), voltou a pedir a quebra do contrato com o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande - formado pelas empresas Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda..

 

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“Falta do projeto executivo, a falta de clareza sobre prazos e valor da obra já são fatos suficientes, além de apresentarem a cada momento uma nova conta. A empresa não tem condições de tocar essa obra até o final”, dispara Mendes.

 

O prefeito argumenta que o consórcio já demonstrou por várias vezes, não possuir as condições para concluir uma obra desse porte. “Falta do projeto executivo, a falta de clareza sobre prazos e valor da obra já são fatos suficientes, além de apresentarem a cada momento uma nova conta. A empresa não tem condições de tocar essa obra até o final”, dispara Mendes.

 

O outro detalhe ressaltado por Mauro é que o VLT só ficará pronto se o governo do Estado rescindir o contrato com o grupo de construtoras. “É preciso detalhar o projeto executivo, centavo por centavo, para saber quantos realmente vai custar a obra e licitar novamente com preço justo e com qualidade”, orienta o prefeito da capital.

Mauro encerra afirmando que as obras entregues, grande parte delas, apresentam erros. “O viaduto da UFMT é um exemplo, além de outras obras de má qualidade”, desabafou.

 

 

 

“É preciso detalhar o projeto executivo, centavo por centavo, para saber quantos realmente vai custar a obra e licitar novamente com preço justo e com qualidade”, argumenta.

 

VLT

A maior obra de mobilidade urbana para Copa do Mundo do ano passado, orçada em R$ 1,477 bilhão – e que agora o valor que pode chegar a R$ 2,2 bilhões – e que está parada sem previsão de retomada dos trabalhos.

 

O projeto que começou sair do papel em agosto de 2012 e, foi paralisado por determinação do governo do Estado em dezembro de 2014, após ficar suspensa pela Justiça pelo menos duas vezes. No início deste ano, o governador Pedro Taques (PSDB) mandou parar a construção para fazer uma auditoria e até o momento não se sabe quando as obras voltarão a ‘andar’.

 

 

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