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23 de Outubro de 2015, 15h:37 - A | A

POLÍTICA / VEJA ENTREVISTA

Luciane espera operação do Gaeco dentro no Intermat, mas rejeita papel de 'xerife'

Presidente da autarquia ex-deputada estadual prevê que auditorias ainda devem ocorrer no órgão, mas adianta que essa não é sua maior prioridade

RepórterMT

Luciane:

Luciane: "Não posso esperar a auditoria chegar pra eu trabalhar"

PAULO COELHO
DA REDAÇÃO



Há quase 10 meses no comanda do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), a ex-deputada Luciane Bezerra, explica nessa entrevista concedida ao , as razões da autarquia ainda não ter passado por nenhuma auditoria  neste ano, tal como estava previsto  e até adiantado pelo governador Pedro Taques (PSDB). É que o Intermat sempre foi  alvo de denúncias de corrupção, especialmente quanto ao andamento de processos  que, são indispensáveis nas negociações de compra e venda de terras no estado.

A presidente também responde sua relação com os segmentos sociais, como o MST e o MTA, movimentos de trabalhadores que lutam pela terra no estado. Ela assumiu o Intermat  em fevereiro passado, mas sua nomeação sofreu resistência desses movimentos, justamente pelo fato de Luciane possir um perfil político e não técnico, como ocorre com a maioria dos  secretários e chefes de autarquias do governo Taques.

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Luciane ainda comenta sobre a "expectativa" de que o Grupo de Combate à Corrupção (GAECO), possa fazer uma varredura, a qualquer momento no Intermat.

Com Luciane também abordamos a situação das obras da Copa, já que ela ainda como deputada estadual em 2014, foi uma das primeiras pessoas a questionar a  implantação do VLT e o prazo de conclusão das obras anunciadas para o evento esportivo.

Tudo isso e muitos outros temas, aqui na entrevista com Luciane Bezerra.

 

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