PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
Há quase 10 meses no comanda do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), a ex-deputada Luciane Bezerra, explica nessa entrevista concedida ao
, as razões da autarquia ainda não ter passado por nenhuma auditoria neste ano, tal como estava previsto e até adiantado pelo governador Pedro Taques (PSDB). É que o Intermat sempre foi alvo de denúncias de corrupção, especialmente quanto ao andamento de processos que, são indispensáveis nas negociações de compra e venda de terras no estado.
A presidente também responde sua relação com os segmentos sociais, como o MST e o MTA, movimentos de trabalhadores que lutam pela terra no estado. Ela assumiu o Intermat em fevereiro passado, mas sua nomeação sofreu resistência desses movimentos, justamente pelo fato de Luciane possir um perfil político e não técnico, como ocorre com a maioria dos secretários e chefes de autarquias do governo Taques.
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Luciane ainda comenta sobre a "expectativa" de que o Grupo de Combate à Corrupção (GAECO), possa fazer uma varredura, a qualquer momento no Intermat.
Com Luciane também abordamos a situação das obras da Copa, já que ela ainda como deputada estadual em 2014, foi uma das primeiras pessoas a questionar a implantação do VLT e o prazo de conclusão das obras anunciadas para o evento esportivo.
Tudo isso e muitos outros temas, aqui na entrevista com Luciane Bezerra.
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