DA REDAÇÃO
A situação do ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder Moraes, começa a se complicar. A Justiça Federal aceitou denúncia contra Moraes, a mulher dele, Laura da Costa Dias, o secretário adjunto do Tesouro estadual, Vivaldo Lopes, e o superintendente do Bic Banco no estado, Luis Carlos Cuzziol, pelo crime de lavagem de dinheiro. O ex-secretário usa o nome da esposa alguns de seus empreendimentos, como o Posto Vitória, em Cuiabá.
O processo corre na Quinta Vara Federal de Mato Grosso, na qual atua o juiz Jeferson Schneider. A ação é desdobramento da Operação "Ararath", da Polícia Federal, que investiga um esquema de empréstimos fraudulentos com instituições financeiras que envolve políticos e empresários.
A defesa de Éder Moraes não atendeu as ligações para falar sobre o assunto. O advogado de Vivaldo Lopes, Ulisses Rabaneda, disse que o secretário não cometeu nenhum delito e que serão apresentados documentos que comprovam que a movimentação financeira na conta do réu ocorreu de forma lícita.
A assessoria de imprensa do Bic Banco informou que não vai se pronunciar sobre o caso e que todas as informações solicitadas pela Justiça já foram enviadas.
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Moraes e Cuzziol foram presos durante a deflagração da quinta fase da operação, no dia 20 de maio, mesmo dia em que a denúncia contra eles foi aceita pela Justiça Federal. Cuzziol foi solto na noite de domingo (25), em Cuiabá, mas Moraes continua preso no Centro de Detenção Provisória da Papuda, no Distrito Federal. A casa dele também foi alvo de mandado de busca e apreensão em fase anterior da 'Ararath'.
com informações são do G1/MT.


















