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“Se você está pensando em cometer crimes fique esperto, a Segurança Pública vai agir firmemente para que esse alto índice seja reduzido”, diz Taques.
JOÃO RIBEIRO
DA REDAÇÃO
A Polícia Militar realiza nesta terça-feira (6) uma operação para diminuir a criminalidade na Grande Cuiabá. A ação policial faz parte do trabalho dos primeiros 100 dias do governador Pedro Taques (PDT) à frente do Palácio Paiaguás.
As informações foram divulgadas pelo secretário de Segurança Pública, Mauro Zaque, durante a visita do pedetista na sede da pasta, no Centro Político Administrativo, na região central da capital.
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“Todo o efetivo da PM neste momento está nas ruas fazendo operações de blitz, saturação nas áreas de crimes, mapeadas pela inteligência. Estamos colocando a força do Estado em prol da defesa da sociedade de bem”, explicou.
Já Taques, reafirmou que a Segurança Pública será prioridade na sua gestão. Segundo ele, será criada uma sala de “situação”, onde ele irá se reunir mensalmente com toda a direção da pasta, além do procurador-geral da Justiça e o presidente do Tribunal de Justiça der Mato Grosso, para fazer um acompanhamento de todos os índices de criminalidade do Estado.
“Se você está pensando em cometer crimes fique esperto, a Segurança Pública vai agir firmemente para que esse alto índice seja reduzido. A partir desse momento, que vai perder o sono é o criminoso”, destacou.
‘RAIO X’ DE TAQUES
Durante um mês, a equipe de transição de Taques concluiu a atual situação da Polícia Militar e Judiciária Civil.
Na conclusão da análise, foi descoberto que faltam munições no estoque para carregar as armados dos policiais. Além que do efetivo que é ineficiente no combate a criminalidade.
De acordo com o diagnóstico, é a falta de coletes a prova de bala na PM. Além de não ter o número suficiente para dar mais segurança aos PM’s, 50% do equipamento está vencido.
Já na Civil, foi descoberto que houve uma diminuição de 191 policiais. A corporação ainda tem a previsão que nos próximos quatro anos 419 ‘homens’, sendo 45 delegados, 84 escrivães e 290 investigadores, deixem a instituição.
2014 MACABRO
No ano passado, Cuiabá e Várzea Grande somaram 471 assassinatos. Em 2013, a Grande Cuiabá registrou 366 assassinatos. Já em 2012 e 2011, foram contabilizados 362 e 310, execuções respectivamente. O ano ainda foi o mais violento desde 2000.
De acordo com as estatísticas, em 2014, os meses de novembro e abril foram os ‘campeões de crimes’. Sendo que o primeiro teve um total de 51 execuções e o segundo 53.














Denner da Silva 06/01/2015
Nóia na Praça (nada) Popular não pode mas em qualquer outro ponto da cidade, tá sussa, beleza então.
Deyvid Leonardo 06/01/2015
E a resposta do crime cai direto em cima da sociedade que trabalha feito escravos,para pagar taxas tributos impostos e salários extravagantes de políticos que so lembram da gente na hora de votar ,sistema lixo governo lixo políticos de merda.
cuiabano 06/01/2015
Já poderiam começar tirando os "nóia" da Praça Popular. Além de extorquirem as pessoas, ficam furtando as casas da região.
3 comentários