JOÃO RIBEIRO
DA REDAÇÃO
O delegado da Polícia Civil, Carlos Eduardo Muniz, confirmou ao
que resquícios de sangue encontrados no interior da Hilux eram mesmo do fazendeiro Antônio Maranezzi, de 59 anos.
Um irmão da vítima teria fornecido material genético para a comparação.
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O homem está desaparecido desde o dia 13 de maio, quando saiu da residência, localizado em Sinop (500 km de Cuiabá) com destino à sua fazenda, na zona rural da cidade, mas desapareceu.
Segundo o delegado, a origem do sangue foi descobertapor um exame de DNA feito por agentes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Um irmão da vítima teria fornecido material genético para a comparação.
Carlos Eduardo também destacou que os policiais seguem em diligências, porém não pode divulgar nenhuma informação para não atrapalhar as investigações. “Já ouvimos diversas pessoas e estamos trabalhando no caso diariamente. Várias vertentes (hipóteses) estão sendo investigadas”, explicou.
“Já ouvimos diversas pessoas e estamos trabalhando no caso diariamente. Várias vertentes (hipóteses) estão sendo investigadas”, explicou.
Seis dias depois do desaparecimento de Antônio, a Polícia conseguiu localizar a Hilux. O carro estava abandonado em uma região de mata fechada, na zona rural de Sinop.
Aos policiais, familiares disseram que o fazendeiro fazia o percurso de sua casa à propriedade rural diariamente. Com a demora da chegada dele à fazenda, a esposa tentou ligar no celular, mas o marido não atendeu as ligações.
Reprodução
Hilux foi encontrada em mata fechada 6 dias depois do desaparecido do fazendeiro.














